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Curso Manutenção Empilhadeira | 3012026

O Curso Manutenção de Empilhadeira a Combustão tem como objetivo fornecer referências técnicas e princípios fundamentais para a manutenção preventiva e corretiva de equipamentos de empilhadeiras... Saiba Mais!

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CURSO MANUTENÇÃO EMPILHADEIRA

DESCRIÇÃO TÉCNICA: CURSO APERFEIÇOAMENTO NOÇÕES BÁSICAS DE MANUTENÇÃO DE EMPILHADEIRA À COMBUSTÃO OU ELÉTRICA

Treinamento Profissionalizante Noções Básicas - Referência: 3012026

Aplicamos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar.

QUAL O OBJETIVO DO CURSO MANUTENÇÃO DE EMPILHADEIRA?

O Curso de Aperfeiçoamento em Noções Básicas de Manutenção de Empilhadeira à Combustão ou Elétrica tem como objetivo capacitar profissionais para compreenderem os fundamentos técnicos, normativos e operacionais que regem a manutenção de empilhadeiras industriais, garantindo segurança, eficiência e conformidade com as normas vigentes. O curso aprofunda o entendimento sobre sistemas mecânicos, hidráulicos, elétricos e de combustão, além de desenvolver a consciência técnica necessária para identificar falhas, interpretar manuais e aplicar procedimentos preventivos e corretivos conforme as normas NBR 11893, NBR 12147, NR 11 e NR 12.

Mais do que ensinar manutenção, o curso visa formar profissionais com visão sistêmica da confiabilidade dos equipamentos, enfatizando a importância do cumprimento de requisitos técnicos e da responsabilidade documental (incluindo emissão de ART e relatórios técnicos). A formação promove uma cultura de segurança e excelência operacional, capacitando o participante a atuar de forma autônoma e consciente na manutenção e gestão de empilhadeiras em ambientes industriais, logísticos e de movimentação de carga.

QUAIS PARÂMETROS DEVEM SER CONSIDERADOS NA EXECUÇÃO DA INSPEÇÃO TERMOGRÁFICA?

Os principais parâmetros que devem ser considerados incluem:

Emissividade do material: influencia diretamente a precisão das leituras térmicas.
Distância e ângulo de medição: afetam a resolução e a nitidez da imagem.
Condições ambientais: temperatura, umidade e radiação solar interferem nas medições.

Esses fatores são essenciais para garantir que os resultados obtidos reflitam a condição real do equipamento e possam ser utilizados como base em relatórios técnicos e ARTs (Anotações de Responsabilidade Técnica).

QUAL A FINALIDADE DA INSPEÇÃO TERMOGRÁFICA EM SISTEMAS ELÉTRICOS E MECÂNICOS?

A inspeção termográfica tem como principal finalidade detectar falhas, sobreaquecimentos, anomalias e variações de temperatura em componentes elétricos, mecânicos e estruturais sem a necessidade de contato físico. Por meio do uso de câmeras infravermelhas calibradas e de relatórios técnicos padronizados, o profissional é capaz de identificar potenciais falhas antes que causem paradas não programadas ou acidentes.

Além disso, o método é amplamente aplicado em manutenção preditiva, pois fornece um diagnóstico preciso e não destrutivo, permitindo otimizar cronogramas de manutenção e priorizar intervenções. Essa técnica reduz custos operacionais e aumenta a confiabilidade dos sistemas, alinhando-se às diretrizes das normas ABNT NBR 15572 e ISO 18434-1, que tratam da termografia aplicada à manutenção.

QUAIS SÃO AS ETAPAS FUNDAMENTAIS PARA ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO TÉCNICO TERMOGRÁFICO?

As etapas fundamentais incluem:

 Coleta de dados e registro das imagens térmicas de cada componente inspecionado, com identificação precisa e data da análise.
Classificação das anomalias de acordo com a gravidade térmica e risco operacional.
Análise comparativa com padrões de referência ou medições anteriores.
Emissão do relatório técnico, contendo descrição dos equipamentos, condições de ensaio, resultados e recomendações de manutenção.

Cada relatório deve ser elaborado conforme as normas NBR ISO 18436-7 e NBR 15572, assegurando rastreabilidade, objetividade e respaldo técnico para ações corretivas ou preventivas.

 QUAIS COMPETÊNCIAS O PROFISSIONAL DESENVOLVE AO CONCLUIR O CURSO?

O participante adquire competências técnicas para realizar medições termográficas seguras e interpretar resultados com base em critérios normativos. Ele compreende as influências de emissividade, refletividade, distância e umidade sobre as leituras, além de saber identificar falsos positivos e avaliar criticamente as imagens térmicas.

Também desenvolve a habilidade de elaborar relatórios técnicos completos, documentando condições operacionais, equipamentos analisados e recomendações preventivas. O curso o capacita para atuar de forma independente, fundamentando suas análises em conformidade com as normas NBR ISO 9712 (qualificação de pessoal para ensaios não destrutivos) e NBR 15572 (ensaios termográficos).

 

COMO A INSPEÇÃO TERMOGRÁFICA CONTRIBUI PARA A SEGURANÇA OPERACIONAL E A SUSTENTABILIDADE INDUSTRIAL?

A aplicação sistemática da termografia reduz drasticamente o risco de falhas catastróficas em sistemas de alta energia, prevenindo curtos-circuitos, incêndios e colapsos mecânicos. O monitoramento contínuo dos ativos garante a integridade das instalações e evita que pequenos defeitos evoluam para emergências críticas, protegendo tanto o trabalhador quanto o patrimônio.

No contexto da sustentabilidade, a técnica contribui para a eficiência energética e o uso racional de recursos. Ao detectar sobrecargas e desequilíbrios térmicos, é possível ajustar o consumo e prolongar a vida útil de motores, painéis e equipamentos, promovendo um ciclo industrial mais seguro e ambientalmente responsável.

Critérios para Emissão de Certificados: Saiba Mais!
Atenção
: O treinamento é Noções Básicas de Aperfeiçoamento Livre. *Não é substituto de formação acadêmica ou ensino técnico.


Referências Normativas

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CONTEÚDO PROGRAMÁTICO NORMATIVO

DESCRIÇÃO TÉCNICA: CURSO APERFEIÇOAMENTO NOÇÕES BÁSICAS DE MANUTENÇÃO DE EMPILHADEIRA À COMBUSTÃO OU ELÉTRICA

CAPÍTULO 01 (4h) – Fundamentos de Segurança Operacional, Legislação e Responsabilidade Técnica do Operador

Conceitos técnicos de risco, perigo, incidente, acidente e quase-acidente aplicados à operação de guincho veicular
Responsabilidade civil, trabalhista e criminal do operador e do responsável pela operação
Critérios de segurança operacional em ambiente externo, via pública e áreas industriais
Falhas comportamentais críticas: pressa, improviso, excesso de confiança e tomada de risco consciente
Procedimentos mínimos de controle de risco antes de iniciar a manobra
Obrigatoriedade de atendimento ao procedimento operacional padrão (POP) e registros de inspeção

CAPÍTULO 02 (4h) – Requisitos Legais e Normativos Aplicáveis ao Guincho Veicular (NR e Normas Técnicas)

Fundamentos de conformidade normativa aplicada à operação e integridade do equipamento
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais: conceitos e aplicação no guincho
NR 06 – Equipamentos de Proteção Individual (EPI): seleção técnica e uso operacional
NR 11 – Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais: correlação com içamento/arraste
NR 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos: requisitos essenciais aplicáveis ao guincho
Sinalização de segurança e isolamento da área: requisitos operacionais mínimos
Sistema de rastreabilidade: evidências documentais de inspeção e operação segura

CAPÍTULO 03 (4h) – Tipos de Guinchos e Aplicações Operacionais (Seleção Técnica por Cenário)

Guincho plataforma: princípios de funcionamento, estrutura e limitações
Guincho tipo lança (boom): aplicações críticas e riscos associados
Guincho tipo asa delta: cenários permitidos e restrições técnicas
Guincho hidráulico: sistemas, acionamento e falhas típicas
Diferenças estruturais, operacionais e de estabilidade entre modelos
Escolha da técnica correta conforme terreno, peso do veículo, avaria e ambiente operacional

CAPÍTULO 04 (4h) – Componentes, Sistemas, Integridade Mecânica e Critérios de Interdição

Identificação técnica dos componentes do conjunto guincho veicular
Sistema hidráulico: bomba, válvulas, linhas, cilindros, comandos e travas de segurança
Estrutura: plataforma, rampas, ângulos, suportes e pontos críticos de fadiga
Pontos de ancoragem do guincho: resistência, limitações e deformações críticas
Principais falhas mecânicas e operacionais em guinchos veiculares
Critérios de parada imediata por condição insegura e isolamento do equipamento

CAPÍTULO 05 (4h) – Física Aplicada, Centro de Gravidade e Estabilidade Operacional do Conjunto

Conceitos de centro de gravidade, distribuição de carga e momento de tombamento
Efeito dinâmico: aceleração, desaceleração, rampa, curva e irregularidade do solo
Impactos da inclinação lateral e longitudinal na estabilidade do conjunto
Cálculo prático de risco: posição do guincho, ângulo de tração e ponto de ancoragem
Gestão de risco em solo mole, pista molhada, brita e pavimento irregular
Falhas comuns por desconhecimento de estabilidade e limites estruturais

CAPÍTULO 06 (4h) – Acessórios de Tração e Amarração: Seleção, Inspeção e Critérios de Rejeição

Cabos de aço: critérios de inspeção, corrosão, deformações e ruptura de arames
Cintas, correntes, ganchos e manilhas: identificação de compatibilidade e capacidade
Conceitos de WLL (Working Load Limit) e fator de segurança operacional
Critérios de descarte de acessórios e registro obrigatório de integridade
Riscos de improviso: “gancho torto”, cinta mordida, corrente sem identificação
Controle de rastreabilidade e gerenciamento de inventário de acessórios

CAPÍTULO 07 (4h) – Inspeção Pré-Operacional e Checklist de Segurança (Conformidade e Evidência)

Inspeção diária do guincho e verificação funcional completa
Checklist estrutural, hidráulico, mecânico e elétrico (quando aplicável)
Verificação de vazamentos hidráulicos e falhas de comando
Sinalização obrigatória do veículo, iluminação, giroflex e cones
Registro operacional e rastreabilidade mínima: quando e como registrar
Auditoria interna: evidência mínima para reduzir passivo por operação

CAPÍTULO 08 (4h) – Segurança em Via Pública: Isolamento, Sinalização e Controle de Tráfego

Avaliação técnica do cenário e tomada de decisão operacional segura
Controle de tráfego e posicionamento do guincho na via
Isolamento e sinalização do local de ocorrência por criticidade
Procedimentos em rodovia, acostamento, curvas, baixa visibilidade e chuva
Conduta segura do operador, cliente e terceiros durante a operação
Comunicação operacional: sinais manuais, rádio, pontos cegos e risco de atropelamento

CAPÍTULO 09 (4h) – Procedimentos Operacionais Padronizados (POP) e Comunicação de Equipe

Estrutura de POP aplicado ao guincho veicular: antes, durante e após atendimento
Papel do auxiliar/sinalizador: funções, riscos e falhas críticas
Comunicação por comando e leitura de cenário: “um manda, outro executa”
Prevenção de conflito com cliente e contenção comportamental em ocorrência
Gestão do fator humano: controle emocional e disciplina operacional
Condutas proibidas e critérios de reprovação operacional

CAPÍTULO 10 (4h) – Técnicas Seguras de Remoção, Arraste, Carregamento e Descarga (Manobra Real)

Avaliação da condição do veículo avariado e reconhecimento de risco estrutural
Técnicas de carregamento com arraste e sobre plataforma
Procedimentos em aclives/declives e com baixa aderência
Gestão de risco em veículos travados, roda presa e dano estrutural
Procedimentos de descarga e liberação segura do veículo
Prevenção de esmagamento, impacto, projeção de carga e falha por rompimento

CAPÍTULO 11 (4h) – Amarração, Fixação e Contenção do Veículo Transportado (Norma x Realidade)

Pontos corretos de ancoragem e pontos proibidos (risco de rasgar estrutura)
Técnicas de amarração cruzada e redundância operacional
Aplicação correta de cintas, catracas, correntes e ganchos
Compatibilidade com peso, geometria do veículo e tipo de dano
Erros críticos que geram soltura de carga, colisão e dano patrimonial
Reinspeção pós-amarração e checagem após deslocamento inicial

CAPÍTULO 12 (4h) – Riscos Elétricos, Incêndio e Combustíveis (NR 10 / NR 20 – Noções Aplicadas)

Riscos elétricos em veículos sinistrados: cabos expostos, curto, ignição
Veículos híbridos e elétricos: risco adicional e condutas seguras
GLP, gasolina e diesel: risco de vazamento e ignição em área de manobra
Procedimentos básicos de contenção e acionamento de emergência
Extintores: tipo, aplicação correta e limites reais de uso
Protocolo de evacuação e isolamento por risco de incêndio/explosão

CAPÍTULO 13 (4h) – Gestão de Manutenção e Inspeções do Guincho (NR 12 e Confiabilidade)

Plano de inspeção e manutenção: estrutura mínima e periodicidade
Diferença entre preventiva, corretiva e manutenção por condição
Falhas recorrentes: diagnóstico e correção definitiva
Procedimentos para retirada de operação (interdição técnica)
Registro de manutenção e rastreabilidade: evidência legal e operacional
Indicadores básicos: falha por componente, tempo de parada, custo por falha

CAPÍTULO 14 (4h) – END (Ensaios Não Destrutivos) e Testes de Carga Aplicáveis ao Conjunto

Conceito de END e aplicação prática em componentes críticos do guincho
LP (Líquido Penetrante) e PM (Partículas Magnéticas): quando usar e por quê
Criticidade de soldas, pontos de tração e elementos estruturais
Teste de carga: conceito, limites e rastreabilidade técnica
Critérios de aceitação/rejeição e ações corretivas
Integridade do conjunto: quando parar antes de matar alguém (literalmente)

CAPÍTULO 15 (4h) – Ocorrências Críticas e Cenários de Alto Risco (Operação Avançada)

Veículo tombado: controle de energia e pontos de tração seguros
Veículo em ribanceira/vala: contenção, ancoragem e redundância
Ambiente industrial: interferências, circulação de máquinas e áreas restritas
Operação noturna e baixa visibilidade: reforço de sinalização e procedimento
Risco de múltiplas vítimas e presença de sangue/fluido: biossegurança básica
Lições aprendidas e estudos de caso (acidentes reais e causa raiz)

CAPÍTULO 16 (4h) – Simulações Operacionais, Avaliação Técnica e Certificação por Competência

Sequência padrão de operação segura (do chamado ao encerramento)
Simulação prática: inspeção + sinalização + manobra + amarração + descarregamento
Aplicação de checklist e registro formal de evidências
Avaliação final baseada em segurança, técnica e procedimento
Condutas proibidas e critérios de reprovação por risco grave
Encerramento e reforço do padrão de excelência operacional

OBSERVAÇÕES

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Consideramos importante ter a flexibilidade para modificar o Conteúdo Programático Normativo Geral de qualquer Curso, Treinamento, Relatório Técnico, Projetos e demais serviços, se considerado necessário. Essas alterações podem incluir: Atualizações, Adições ou Exclusões.
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NOTA: As Normas e Regulamentos, suas atualizações e substituições poderão sofrer alterações até a presente data.

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Nossos Cursos Incluem:  Projeto Pedagógico, Plataforma Monitorada com Controle de Acessos e 04 Responsáveis Técnicos PLH.

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