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Curso Trabalho em Altura | 1642

O objetivo do Curso de Trabalho em Altura de é atender os requisitos mínimos da norma regulamentadora 35 no qual tem como finalidade preparar o profissional para desenvolver... Saiba Mais!

  • Validade: Anual
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SAIBA MAIS SOBRE O CURSO

DESCRIÇÃO TÉCNICA: CURSO CAPACITAÇÃO SEGURANÇA NO TRABALHO EM ALTURA – NR 35

Treinamento Profissionalizante Noções Básicas - Referência:1642

Aplicamos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar.

QUAL O OBJETIVO DO CURSO TRABALHO EM ALTURA?

O Curso Trabalho em Altura tem como objetivo capacitar o trabalhador a compreender, identificar e controlar os riscos associados às atividades realizadas em altura, conforme os requisitos da NR 35 e normas complementares da ABNT. Busca-se garantir que o participante desenvolva uma visão técnica e preventiva, compreendendo as responsabilidades legais, os procedimentos de planejamento, a importância da análise de risco e o uso adequado dos sistemas de proteção e EPIs, assegurando a integridade física e o cumprimento das obrigações normativas.

Além de formar profissionais conscientes e aptos a atuar em conformidade com os padrões legais e de segurança, o curso estimula o desenvolvimento da percepção de risco e da cultura de segurança nas organizações. O conteúdo teórico promove o entendimento sistêmico das medidas de prevenção, do papel da gestão de riscos ocupacionais e da correta aplicação dos dispositivos de proteção contra quedas, alinhando o comportamento técnico à responsabilidade moral e coletiva de preservar vidas.

 

QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS RESPONSABILIDADES DO EMPREGADOR E DO TRABALHADOR SEGUNDO A NR 35?

A NR 35 estabelece um sistema de responsabilidades compartilhadas. O empregador tem o dever de garantir que todas as atividades em altura sejam previamente planejadas, autorizadas e supervisionadas por profissional capacitado, além de fornecer equipamentos certificados, promover treinamentos e assegurar o cumprimento das medidas de prevenção de quedas.

O trabalhador, por sua vez, deve zelar pelo uso correto dos equipamentos, seguir os procedimentos operacionais, comunicar situações de risco e participar ativamente dos treinamentos. Essa corresponsabilidade cria um elo de confiança e controle que sustenta a cultura de segurança em altura dentro das organizações.

QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS COMPONENTES DE UM SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA QUEDAS E QUAL SUA FUNÇÃO?

Antes de detalhar os componentes, é importante compreender que o sistema de proteção contra quedas tem como objetivo eliminar ou reduzir o impacto de uma queda. Seus principais elementos incluem:

  • Sistema de ancoragem: ponto fixo de sustentação capaz de suportar as forças geradas em uma queda;
  • Elemento de ligação: conecta o trabalhador à ancoragem, podendo ser talabarte, corda ou trava-quedas;
  • Cinturão de segurança: distribui a força de impacto e mantém o corpo em posição segura;
  • Absorvedor de energia: reduz o impacto da desaceleração durante uma queda;
  • Sistema de restrição e retenção: impede o deslocamento para zonas de risco.

Cada componente é certificado conforme normas da ABNT e deve ser inspecionado antes do uso.

POR QUE A ANÁLISE DE RISCO É UM ELEMENTO INDISPENSÁVEL ANTES DO INÍCIO DE QUALQUER TRABALHO EM ALTURA?

A análise de risco é o núcleo da gestão preventiva em atividades de altura. Ela permite identificar perigos potenciais, como falhas de ancoragem, intempéries ou superfícies instáveis, antes que se transformem em acidentes. Esse diagnóstico técnico define os controles necessários, garante a escolha correta de EPIs e determina condições impeditivas para execução segura da tarefa.

Além de atender aos requisitos legais, a análise de risco fortalece a percepção situacional do trabalhador, tornando-o parte do sistema de proteção. Quando bem elaborada, ela não apenas evita quedas, mas cria um ambiente de confiança, eficiência e conformidade normativa.

QUAIS MEDIDAS ADMINISTRATIVAS E TÉCNICAS DEVEM SER APLICADAS PARA PREVENIR ACIDENTES EM ALTURA?

As medidas de prevenção se baseiam em critérios hierarquizados que priorizam a eliminação do risco e a integridade física do trabalhador. Essas medidas incluem:

  • Planejamento prévio: avaliação do local, das condições climáticas e dos equipamentos;
  • Medidas coletivas: guarda-corpos, plataformas e sistemas de ancoragem permanentes;
  • Procedimentos administrativos: Permissão de Trabalho (PT), checklists e registro das inspeções;
  • Capacitação e supervisão contínua: atualização dos treinamentos e inspeções periódicas;
  • Gestão de emergências: plano de resgate e primeiros socorros.

Cada uma dessas medidas integra a estrutura preventiva exigida pela NR 35, promovendo a segurança e a conformidade legal.

 

QUAL A IMPORTÂNCIA DO CURSO TRABALHO EM ALTURA?

A importância do Curso Trabalho em Altura reside na formação de profissionais conscientes, tecnicamente preparados e legalmente habilitados para atuar em atividades acima de dois metros de altura. A NR 35 exige que apenas trabalhadores capacitados possam executar essas tarefas, garantindo que compreendam os riscos, saibam interpretar uma análise de risco, utilizem corretamente os sistemas de proteção e reconheçam as condições impeditivas para a execução do trabalho.

Além do cumprimento legal, a capacitação promove uma mudança cultural essencial: a valorização da vida e a redução de acidentes fatais por queda, uma das principais causas de morte no ambiente laboral. O curso fortalece a cultura de segurança organizacional, aumenta a produtividade por meio de práticas seguras e assegura que empresas e trabalhadores estejam em conformidade com as exigências normativas, éticas e técnicas que regem o trabalho em altura.

Critérios para Emissão de Certificados: Saiba Mais!
Atenção: O treinamento é Noções Básicas de Aperfeiçoamento Livre. *Não é substituto de formação acadêmica ou ensino técnico.


Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:

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CONTEÚDO PROGRAMÁTICO NORMATIVO

DESCRIÇÃO TÉCNICA: CURSO CAPACITAÇÃO SEGURANÇA NO TRABALHO EM ALTURA – NR 35

CAPÍTULO 1 – Fundamentos e Responsabilidades Legais (2h)
Definições e princípios da NR 35.
Obrigações do empregador e do trabalhador.
Responsabilidade civil, criminal e administrativa em caso de acidentes.
Documentação exigida: registros, certificados, ARTs e evidências de treinamento.

CAPÍTULO 2 – Capacitação, Aptidão e Hierarquia das Medidas de Proteção (2h)
Estrutura da capacitação conforme item 35.3 da NR 35.
Avaliação médica e aptidão psicofisiológica para trabalho em altura.
Hierarquia das medidas de proteção;
Responsabilidade técnica e atualização periódica do treinamento.

CAPÍTULO 3 – Planejamento, Organização e Execução Segura (2h)
Etapas do planejamento de atividades em altura.
Organização operacional e análise documental.
Avaliação do local e condições meteorológicas.
Sequência de execução conforme plano de trabalho e Permissão de Trabalho (PT).
Responsabilidade do supervisor e controle de acesso à área.

CAPÍTULO 4 – Análise de Risco e Condições Impeditivas (2h)
Conceitos fundamentais de análise de risco.
Identificação de perigos e classificação de riscos (queda, choque elétrico, desprendimento de material, etc.).
Critérios para suspensão de atividades.
Procedimentos diante de condições impeditivas (NR 35 – item 35.4.7).
Controle documental da AR e PT.

CAPÍTULO 5 – Sistemas de Proteção Contra Quedas (2h)
Estrutura e componentes dos sistemas de proteção contra quedas.
Tipos: restrição de movimentação, posicionamento e retenção de queda.
Limites de absorção de energia e forças de impacto.
Requisitos de resistência, certificação e inspeção.
Responsabilidade técnica sobre montagem e uso.

CAPÍTULO 6 – Sistemas de Ancoragem e Elementos de Ligação (2h)
Conceito e classificação dos sistemas de ancoragem.
Capacidade de carga mínima (NR 35 – Anexo I).
Elementos de ligação: talabarte, absorvedor de energia, trava-queda.
Compatibilidade entre componentes e riscos da desconexão parcial.

CAPÍTULO 7 – Equipamentos de Proteção Individual (2h)
Seleção e certificação de EPIs para trabalho em altura.
Inspeção visual e documental (CA, data de validade, rastreabilidade).
Limitação de uso, conservação e higienização.
Armazenamento e descarte de EPIs danificados.
Procedimentos em caso de falha ou suspeita de comprometimento do equipamento.

CAPÍTULO 8 – Emergência, Resgate e Primeiros Socorros (2h)
Condutas preventivas em situações de emergência.
Organização do plano de resgate.
Comunicação e fluxos de resposta rápida.
Noções teóricas de primeiros socorros aplicados a quedas.
Coordenação com equipes de apoio e serviços médicos.

Política de Uso de Conteúdo Técnico com Exemplos Numéricos:
Os capítulos que abordam fórmulas, cálculos ou simulações numéricas são oferecidos unicamente como recurso didático complementar, com propósito explicativo e sem valor de capacitação técnica profissional.
De acordo com as normativas do Ministério da Educação (MEC) para cursos livres e informativos, e conforme as competências regulamentadas pelos conselhos CONFEA/CREA e CFT/CRT,– ART ou TRT restrita a cursos de nível técnico e superior pelo MEC. Este curso não inclui aulas práticas de cálculo, nem autoriza validação técnica por meio de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) ou TRT (Termo de Responsabilidade Técnica).
Frisamos que qualquer exemplo envolvendo cálculo não substitui formação acadêmica reconhecida pelo MEC e não pode ser utilizado como comprovação de qualificação legal para fins de responsabilidade técnica, elaboração de projetos ou execução de serviços que exijam registro profissional.

OBSERVAÇÕES

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Consideramos importante ter a flexibilidade para modificar o Conteúdo Programático Normativo Geral de qualquer Curso, Treinamento, Relatório Técnico, Projetos e demais serviços, se considerado necessário. Essas alterações podem incluir: Atualizações, Adições ou Exclusões.
Nossa Equipe Pedagógica e Multidisciplinar tem o direito de fazer essas modificações. Este direito se estende a:
- Mudança dos itens do escopo normativo;
- Inserção de novas Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos;
- Exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos existentes.

Embora a atualização do Conteúdo Programático Normativo seja da nossa responsabilidade, esperamos que o contratante (seja este um indivíduo ou organização), cumpra todas as legislações pertinentes relacionadas. Portanto, os contratantes devem realizar as devidas aplicações e atendimentos conforme as leis e decretos aplicáveis.

NOTA: As Normas e Regulamentos, suas atualizações e substituições poderão sofrer alterações até a presente data.

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Nossos Cursos Incluem:  Projeto Pedagógico, Plataforma Monitorada com Controle de Acessos e 04 Responsáveis Técnicos PLH.

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