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Curso Aperfeiçoamento Como Elaborar Projeto De Monovias | EAD | Ao vivo | Presencial | 188934

O curso tem por objetivo distinguir a grande variedade de equipamentos abrangidos pelas normas de projeto. Aborda realização de cálculos, visando facilitar a implementação de ações preventivas na fase de projeto de monovias e contribuindo assim para o cumprimento de requisitos legais quanto à elaboração de projetos.

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SAIBA MAIS SOBRE O CURSO

Descrição Técnica: CURSO APERFEIÇOAMENTO COMO ELABORAR PROJETO DE MONOVIAS

 Treinamento Profissionalizante Noções Básicas - Referência: 188934

Aplicamos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar.

QUAL O OBJETIVO DO CURSO APERFEIÇOAMENTO DE COMO ELABORAR PROJETO DE MONOVIAS?

O objetivo do Curso Aperfeiçoamento Como Elaborar Projeto de Monovias é capacitar o profissional para compreender, interpretar e aplicar de forma técnica a ABNT NBR 8400-1, permitindo o correto dimensionamento, classificação e análise das cargas atuantes em monovias de equipamentos de elevação e movimentação. O participante desenvolve domínio sobre critérios de carregamento, casos de solicitação, forças dinâmicas, ações do vento e espectro de fadiga, com foco em confiabilidade estrutural, vida útil e segurança de operação.

Além disso, o curso direciona o aluno para uma leitura crítica da norma, ensinando como evitar erros comuns em projetos de monovias, como subdimensionamento de cargas, classificação incorreta de mecanismos e má interpretação dos coeficientes de amplificação. Isso resulta em projetos tecnicamente mais seguros, rastreáveis, defensáveis em auditoria e alinhados com as exigências normativas vigentes.

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QUAL É A IMPORTÂNCIA DA CORRETA CLASSIFICAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MECANISMOS EM PROJETOS DE MONOVIAS SEGUNDO A ABNT NBR 8400-1?

A classificação correta define como o equipamento será projetado, dimensionado e avaliado ao longo da sua vida útil. Sem esse enquadramento, o projeto fica tecnicamente frágil, com alto risco de subdimensionamento, falhas estruturais e redução drástica da confiabilidade operacional.

Além disso, a classificação permite alinhar o projeto ao espectro real de cargas e ciclos de trabalho. Isso garante coerência entre uso previsto, solicitações reais e critérios de segurança, evitando erros que normalmente aparecem só depois, quando o prejuízo já está instalado.

QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS PARÂMETROS NORMATIVOS QUE INFLUENCIAM A VIDA ÚTIL DE UMA MONOVIA?

Parâmetros de duração total de uso T
Duração total de uso Ti dos mecanismos
Classes de utilização
Classes de espectro
Valores de ζ1i, ζ2i
Valores de v1i e v2i
Coeficientes de amplificação Mx e qm

POR QUE O ESTUDO DOS CARREGAMENTOS E DOS CASOS DE SOLICITAÇÃO É DECISIVO NO PROJETO DE MONOVIAS?

Porque toda a base do dimensionamento estrutural e mecânico nasce da correta identificação das cargas e suas combinações. Ignorar ou simplificar isso é projetar no escuro, e em engenharia isso é convite para falha.

Quando o projetista compreende os casos de operação sem vento, com vento e sob solicitações excepcionais, ele passa a dominar o comportamento real da monovia em diferentes condições. Resultado: projeto robusto, segurança operacional e conformidade normativa.

QUAIS SÃO OS ELEMENTOS QUE COMPÕEM A ANÁLISE DO ESPECTRO DE CARGA E FADIGA EM MONOVIAS?

Espectro de carga em forma escalonada
Variação da tensão ao longo dos ciclos
Fator Ψ
Coeficiente λ
Valores de β2 e Ψmin
Distribuição das cargas laterais nas rodas
Curva de elevação e descida com SL e SG em sinais opostos

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COMO AS FORÇAS DE INÉRCIA E OS MOVIMENTOS INFLUENCIAM DIRETAMENTE O DIMENSIONAMENTO DAS ESTRUTURAS DE MONOVIAS?

As forças de inércia geradas pelos movimentos de translação, elevação e giro alteram completamente o cenário de esforços sobre a estrutura. Elas introduzem esforços adicionais que, se ignorados, comprometem gravemente a segurança e a vida útil do sistema.

Quando o projetista calcula corretamente essas forças, ele antecipa o comportamento dinâmico do equipamento. Isso permite projetar estruturas mais resistentes, mais estáveis e com melhor distribuição de tensões, reduzindo risco de fadiga e falhas prematuras.

Critérios para Emissão de Certificados: Saiba Mais!
Atenção: O treinamento é Noções Básicas de Aperfeiçoamento Livre. *Não é substituto de formação acadêmica ou ensino técnico.

Conteúdo Programático Normativo
Termos e definições;
Símbolos e abreviaturas;
Condições gerais;
Classificação e cargas;
Classificação das estruturas, mecanismos e componentes;
Plano geral de classificação;
Classificação do equipamento em geral;
Classificação dos mecanismos individuais;
Classificação dos componentes;
Carregamentos considerados no projeto de estruturas;
Cargas principais;
Cargas devido ao movimento vertical;
Cargas devido aos movimentos horizontais SH;
Cargas devido aos efeitos climáticos;
Casos de solicitação;
Caso I: equipamento em operação normal sem vento;
Caso II: equipamento em operação com vento limite de serviço;
Caso III: equipamento submetido a solicitações excepcionais;
Selecionando o coeficiente de amplificação MX;
Efeitos sísmicos;
Solicitações consideradas no projeto de mecanismos;
Solicitações tipo SM;
Solicitações tipo SR;
Caso I — Serviço normal sem vento;
Caso II — Serviço normal com vento;
Solicitação III – Cargas excepcionais;
Cálculo de SM para os diferentes movimentos;
Harmonização das classes de utilização de equipamentos e mecanismos;
Como exemplo de aplicação é apresentado o seguinte caso: Ponte rolante com carro; giratório  A classe de utilização para a ponte rolante deve ser U5;
As proporções αi devem ser estimadas conforme descrito a seguir;
Calculo de solicitações devido à aceleração de movimentos horizontais;
Dados básicos;
Procedimento;
Forças de inércia a serem consideradas no projeto da estrutura;
Justificativa;
Explicação do método;
Descrição do sistema físico;
Cálculo de solicitações no caso de movimento linear;
Dados gerais;
Efeito das forças de inércia sobre a carga;
Efeito das forças de inércia sobre as estruturas do equipamento;
Cálculo de cargas no caso de movimento de giro;
Cálculo de cargas no caso de movimento da lança;
Sistemas com aceleração controlada;
Conclusões gerais;
Reações transversais devido ao movimento do equipamento;
Modelagem do equipamento;
Relação entre as forças tangenciais e os deslocamentos;
Forças devido ao enviesamento (skewing);
Forças tangenciais, Fx e Fy; Ângulo de enviesamento α;
Exemplos de espectro de carga;
Espectro de carga em forma escalonada;
Variação da tensão em função do tempo durante cinco ciclos de tensão;
Fator Ψ; Curva de elevação e descida quando SL e SG possuem sinais opostos;
Coeficiente λ;
Distribuição das cargas laterais nas rodas;
Esbelteza aerodinâmica; Relação de espaçamento;
Elementos inclinados em relação à direção do vento;
Modelo do equipamento; Valor de Th;
Diagrama de cargas na estrutura;
Diferentes combinações de pares de rodas;
Posição dos pares de rodas;
Forças tangenciais e deslocamentos;
Forças que agem no equipamento na posição enviesada;
Cargas FGy e Fy1.1/Fy2.1 relativas aos sistemas AFF para equipamentos com rodas flangeadas;
Classes de utilização; Classes de espectro;
Grupos de equipamentos;
Exemplos de classificação de equipamentos em grupo;
Classes de utilização;
Classes de espectro; Grupos de mecanismos;
Orientação para o grupo de classificação do mecanismo;
Classes de utilização; Classes de espectro;
Grupos de componentes;
Valores de β2 e Ψmin; Valores de Vh para estimativa de Ψmin;
Tempos de aceleração e valores da aceleração;
Coeficiente dinâmico para esforço devido aos para-choques;
Pressão do vento de projeto em operação;
Vento fora de serviço;
Coeficientes aerodinâmicos;
Coeficientes de redução;
Valores do coeficiente de amplificação Mx;
Valores do coeficiente de amplificação qm;
Duração total do uso (T) dos equipamentos de elevação em horas;
Duração total de uso Ti (em horas) dos mecanismos em termos de T e αi;
Classes de utilização para equipamentos e mecanismos;
Duração total de uso Ti (em horas) e classe de utilização dos mecanismos;
Valores de T1;
Valores de ζ1i, ζ2i v1i e v2i.
Fonte: NBR 8400-1 – Equipamentos de elevação e movimentação de carga – Regras para projeto – Parte 1: Classificação e cargas sobre as estruturas e mecanismos. (74 págs).

Complementos para Máquinas e Equipamentos quando for o caso:
Conscientização da Importância:

Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
Ensaios Elétricos NR 10;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Checklist Diário;
Manutenções pontuais ou cíclicas.

Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:

APR (Análise Preliminar de Riscos);
PE (Plano de Emergência);
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communiccation Standard) – OSHA;

Exercícios Práticos:
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Nosso Diferencial

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CONTEÚDO PROGRAMÁTICO NORMATIVO

Descrição Técnica: CURSO APERFEIÇOAMENTO COMO ELABORAR PROJETO DE MONOVIAS

CAPITULO 1 – Fundamentos Normativos e Classificação (4h)

Termos e definições
Símbolos e abreviaturas
Condições gerais de projeto
Plano geral de classificação
Classificação das estruturas
Classificação dos mecanismos
Classificação dos componentes
Grupos de equipamentos
Classes de utilização
Classes de espectro
Grupos de mecanismos e componentes

CAPITULO 2 – Cargas e Casos de Solicitação (4h)

Carregamentos considerados no projeto
Cargas principais
Cargas devido ao movimento vertical
Cargas devido aos movimentos horizontais SH
Cargas devido aos efeitos climáticos
Efeitos sísmicos
Caso I: operação normal sem vento
Caso II: operação com vento limite de serviço
Caso III: solicitações excepcionais
Coeficiente de amplificação Mx
Coeficiente de amplificação qm

CAPITULO 3 – Esforços Dinâmicos e Movimentos do Equipamento (4h)

Solicitações tipo SM
Solicitações tipo SR
Cálculo de solicitações para movimentos lineares
Forças de inércia sobre a carga
Forças de inércia sobre a estrutura
Cálculo de cargas em movimento de giro
Cálculo de cargas em movimento da lança
Sistemas com aceleração controlada
Forças tangenciais Fx e Fy
Ângulo de enviesamento α
Reações transversais devido ao movimento
Forças que atuam na posição enviesada

CAPITULO 4 – Vento, Fadiga e Vida Útil (4h)

Pressão do vento em operação
Pressão do vento fora de serviço
Coeficientes aerodinâmicos
Coeficientes de redução
Esbelteza aerodinâmica
Distribuição de cargas laterais nas rodas
Espectro de carga em forma escalonada
Variação de tensão no tempo
Fator Ψ
Coeficiente λ
Duração total de uso T
Duração total Ti dos mecanismos
Classes de utilização e vida útil
Valores de ζ1i, ζ2i, v1i e v2i

Política de Uso de Conteúdo Técnico com Exemplos Numéricos:
Os capítulos que abordam fórmulas, cálculos ou simulações numéricas são oferecidos unicamente como recurso didático complementar, com propósito explicativo e sem valor de capacitação técnica profissional.
De acordo com as normativas do Ministério da Educação (MEC) para cursos livres e informativos, e conforme as competências regulamentadas pelos conselhos CONFEA/CREA e CFT/CRT,– ART ou TRT restrita a cursos de nível técnico e superior pelo MEC. Este curso não inclui aulas práticas de cálculo, nem autoriza validação técnica por meio de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) ou TRT (Termo de Responsabilidade Técnica).
Frisamos que qualquer exemplo envolvendo cálculo não substitui formação acadêmica reconhecida pelo MEC e não pode ser utilizado como comprovação de qualificação legal para fins de responsabilidade técnica, elaboração de projetos ou execução de serviços que exijam registro profissional.