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Curso NR 35 Italiano | Treinamento | EAD | Presencial | 164904

O Curso destina-se à gestão de Segurança e Saúde no trabalho em altura, estabelecendo requisitos para a proteção dos trabalhadores aos riscos em trabalhos com diferenças de níveis, nos aspectos da prevenção dos riscos de queda. Conforme a complexidade e riscos destas tarefas o empregador deverá adotar medidas complementares inerentes a essas atividades.

  • Validade: Bienal
  • 08 Horas
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Por Aluno/Grupo
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SAIBA MAIS SOBRE O CURSO

DESCRIÇÃO TÉCNICA: CURSO CAPACITAÇÃO NR 35 - SEGURANÇA NOS TRABALHOS EM ALTURA - NÍVEL TRABALHADOR - APLICADO EM ITALIANO

Treinamento Profissionalizante Noções Básicas - Referência: 164904

Aplicamos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar 

QUAL OBJETIVO DO CURSO NR 35 ITALIANO?

O Curso NR 35 em Italiano tem como principal objetivo capacitar o trabalhador para atuar com segurança em atividades realizadas acima de dois metros, conforme as exigências da norma. O treinamento abrange o uso correto e a conservação dos EPIs, análise e controle de riscos, planejamento de tarefas em altura, procedimentos de emergência e resgate, além de promover uma mudança comportamental voltada à percepção de risco e à cultura de segurança. Também prepara o profissional para identificar falhas operacionais e agir com assertividade em situações críticas, reforçando a importância da comunicação clara e do trabalho em equipe.

Realizar o curso no idioma italiano é essencial para garantir que o conteúdo técnico seja compreendido com precisão. A capacitação no idioma correto evita interpretações equivocadas, fortalece a retenção das informações e reduz falhas operacionais, principalmente em situações de emergência. Além de assegurar a conformidade legal, essa abordagem protege vidas e fortalece a responsabilidade técnica da empresa frente à segurança do trabalhador.

COMO DEVE SER FEITA A ANÁLISE DE RISCO PARA TRABALHOS EM ALTURA?

A análise de risco em altura deve ser feita de forma minuciosa e integrada, considerando estrutura, condições climáticas, tipo de trabalho, método de acesso, ferramentas utilizadas e plano de resgate. Essa análise deve ser feita antes da atividade, documentada e comunicada à equipe envolvida.

É essencial adotar uma abordagem dinâmica. O risco não é estático, ele se altera conforme o tempo, o comportamento dos trabalhadores e o ambiente. Por isso, o profissional responsável deve saber fazer leitura de campo em tempo real, e não depender apenas de formulários genéricos.

QUAIS SÃO OS PILARES TÉCNICOS QUE SUSTENTAM A SEGURANÇA NO TRABALHO EM ALTURA?

Planejamento da atividade: cada tarefa deve ser previamente analisada, com identificação de riscos, definição de medidas de controle e validação das condições estruturais do local.
Capacitação do trabalhador: treinamento com conteúdo prático e teórico baseado na NR 35, com atualização periódica e reforço comportamental.
Uso correto dos EPIs e EPCs: incluindo cinturão tipo paraquedista, talabarte com absorvedor, ancoragens certificadas e proteções coletivas como guarda-corpos ou redes.
Inspeção contínua dos equipamentos: checagem visual, tátil e documental antes de cada uso, com registro e responsabilização técnica.
Plano de resgate estruturado: com equipe treinada, equipamentos próprios e simulações regulares. Sem isso, o risco permanece latente.
Comunicação efetiva: verbal, por rádio ou gestual, com padrão claro e resposta imediata. Em altura, o ruído na comunicação pode ser fatal.

COMO A ERGONOMIA DEVE SER APLICADA EM ATIVIDADES EM ALTURA?

A ergonomia, nesse contexto, vai muito além de ajustes corporais: ela precisa considerar peso dos EPIs, limitação de movimentos, esforço físico prolongado, posicionamento seguro do corpo durante a tarefa e a forma de deslocamento em estruturas verticais. Uma ergonomia mal planejada gera fadiga precoce e erros operacionais.

Além disso, o projeto da atividade deve prever pausas estratégicas, posição segura dos pés, braços e lombar, uso de equipamentos com design anatômico e ancoragem que permita liberdade de movimento com estabilidade.

O QUE FAZ O TRABALHADOR EM ALTURA?

Executa tarefas localizadas acima de 2 metros do nível inferior, onde há risco de queda, exigindo aplicação de técnicas de acesso seguro, uso de EPIs e controle de riscos conforme NR 35.
Realiza atividades como montagem de estruturas metálicas, instalação de equipamentos, manutenção de fachadas, limpeza de vidros em altura, inspeção de torres, entre outras operações verticais.
Aplica sistemas de proteção contra quedas, como cinturão tipo paraquedista, linha de vida, trava-quedas e ancoragens, garantindo que as operações ocorram com segurança e dentro dos limites normativos.
Avalia o ambiente de trabalho antes de iniciar a tarefa, inspeciona equipamentos, reconhece condições climáticas adversas e executa o plano de trabalho com atenção plena aos procedimentos de segurança.
Colabora com o plano de resgate e emergência, estando preparado para acionar protocolos e atuar como parte da resposta em situações críticas, inclusive quando ocorre suspensão inerte ou queda parcial.

POR QUE O USO DE ESCADAS EM TRABALHOS EM ALTURA DEVE SER RIGOROSAMENTE CONTROLADO?

Escadas, quando utilizadas sem critérios técnicos, representam um dos maiores fatores de queda em ambientes industriais e prediais. Elas devem ser usadas apenas quando não há possibilidade de instalar plataformas, andaimes ou sistemas de ancoragem, e mesmo assim, com critérios claros: ângulo, calço, altura, fixação e EPI compatível.

Além disso, a permanência em escadas deve ser breve e supervisionada. Utilizá-las como estação de trabalho, com as mãos ocupadas e sem sistema de retenção, é absolutamente proibido.

QUAIS OS RISCOS INVISÍVEIS MAIS COMUNS EM ALTURA?

Estruturas corroídas ou fragilizadas: principalmente telhados de zinco, calhas ou vigas antigas.
Falsas ancoragens: pontos improvisados que não suportam a carga mínima exigida por norma (15kN ou 1.500 kgf).
Equipamentos vencidos ou adulterados: talabartes sem absorvedor funcional, cintos com costuras desfeitas, mosquetões falsificados.
Ausência de plano de resgate: mesmo que tudo pareça seguro, a falta de resposta a emergências é um risco oculto.
Zona inferior desprotegida: queda de ferramenta ou material pode gerar acidente grave em quem circula no térreo.

Critérios para Emissão de Certificados: Saiba Mais!
Atenção: O treinamento é Noções Básicas de Aperfeiçoamento Livre. *Não é substituto de formação acadêmica ou ensino técnico.

Diferencial

Para Quem

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CONTEÚDO PROGRAMÁTICO NORMATIVO

DESCRIÇÃO TÉCNICA: CURSO CAPACITAÇÃO NR 35 - SEGURANÇA NOS TRABALHOS EM ALTURA - NÍVEL TRABALHADOR - APLICADO EM ITALIANO

Capitulo 01 - (1h):
Normas e regulamentos aplicáveis ao trabalho em altura; 

Capitulo 02 - (2h):
Condutas em situações de emergência, incluindo noções básicas de técnicas de resgate e de primeiros socorros.

Capitulo 03 - (1h):
EPI para trabalho em altura: seleção, inspeção, conservação e limitação de uso;

Capitulo 04 - (1h):
Riscos potenciais inerentes ao trabalho em altura e medidas de prevenção e controle;

Capitulo 05 - (1h):
Acidentes típicos em trabalhos em altura;

Capitulo 06 - (1h):
Sistemas, equipamentos e procedimentos de proteção coletiva;

Capitulo 07 - (1h):
AR e condições impeditivas.

Política de Uso de Conteúdo Técnico com Exemplos Numéricos
Os capítulos que abordam fórmulas, cálculos ou simulações numéricas são oferecidos unicamente como recurso didático complementar, com propósito explicativo e sem valor de capacitação técnica profissional.
De acordo com as normativas do Ministério da Educação (MEC) para cursos livres e informativos, e conforme as competências regulamentadas pelos conselhos CONFEA/CREA e CFT/CRT,– ART ou TRT restrita a cursos de nível técnico e superior pelo MEC. Este curso não inclui aulas práticas de cálculo, nem autoriza validação técnica por meio de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) ou TRT (Termo de Responsabilidade Técnica).
Frisamos que qualquer exemplo envolvendo cálculo não substitui formação acadêmica reconhecida pelo MEC e não pode ser utilizado como comprovação de qualificação legal para fins de responsabilidade técnica, elaboração de projetos ou execução de serviços que exijam registro profissional.

OBSERVAÇÕES

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Consideramos importante ter a flexibilidade para modificar o Conteúdo Programático Normativo Geral de qualquer Curso, Treinamento, Relatório Técnico, Projetos e demais serviços, se considerado necessário. Essas alterações podem incluir: Atualizações, Adições ou Exclusões.
Nossa Equipe Pedagógica e Multidisciplinar tem o direito de fazer essas modificações. Este direito se estende a:
- Mudança dos itens do escopo normativo;
- Inserção de novas Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos;
- Exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos existentes.

Embora a atualização do Conteúdo Programático Normativo seja da nossa responsabilidade, esperamos que o contratante (seja este um indivíduo ou organização), cumpra todas as legislações pertinentes relacionadas. Portanto, os contratantes devem realizar as devidas aplicações e atendimentos conforme as leis e decretos aplicáveis.

NOTA: As Normas e Regulamentos, suas atualizações e substituições poderão sofrer alterações até a presente data.

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Nossos Cursos Incluem: Projeto Pedagógico, Plataforma Monitorada com Controle de Acessos e 04 Responsáveis Técnicos PLH.

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