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Curso GHS | Treinamento | EAD | Presencial | Sistema Globalmente Harmonizado | 29499

O curso GHS (Sistema globalmente harmonizado de classificação e rotulagem de produtos químicos)  em conformidade com as normas técnicas tem como objetivo capacitar os profissionais que lidam diariamente com  substancias perigosas,  além disso dará aos usuários as informações necessárias para entender a rotulagem do GHS , MSDS E FISPQ   visando  identificar corretamente as substancias perigosas.

  • Validade: Anual
  • 40 Horas
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Por Aluno/Grupo
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SAIBA MAIS SOBRE O CURSO

DESCRIÇÃO TÉCNICA: CURSO APERFEIÇOAMENTO GHS (GLOBALLY HARMONIZED SYSTEM OF CLASSIFICATION AND LABELING OF CHEMICALS)

Treinamento Profissionalizante Noções Básicas - Referência: 29499

Aplicamos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar.

Qual objetivo do curso GHS?
O Curso GHS tem como objetivo capacitar profissionais para interpretar, classificar, rotular e comunicar perigos químicos de forma técnica, segura e conforme os critérios estabelecidos pelo Sistema Globalmente Harmonizado (GHS) e pela ABNT NBR 14725. O participante aprende a elaborar FISPQs/SDS com base em dados toxicológicos e ambientais, aplicando rotulagem padronizada, simbologia correta e critérios internacionais de comunicação do risco.

Além disso, o curso prepara o profissional para implantar o GHS em ambientes industriais e logísticos, promovendo a gestão segura de produtos químicos e a prevenção de acidentes. Com abordagem prática e normativa, o conteúdo fortalece a percepção de risco, a cultura de segurança e a conformidade legal dentro das organizações.


O QUE É GHS?

GHS é a sigla para Globally Harmonized System of Classification and Labeling of Chemicals, ou em português, Sistema Globalmente Harmonizado de Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos. Trata-se de um padrão internacional estabelecido pela ONU para unificar os critérios de identificação, classificação, rotulagem e comunicação de perigos químicos, adotado por diversos países com o objetivo de proteger a saúde humana e o meio ambiente.

O GHS define como as substâncias químicas devem ser classificadas com base em seus riscos físicos, à saúde e ambientais, além de especificar formatos padronizados de rótulos e FISPQs (Fichas de Informação de Segurança). Com isso, promove clareza, reduz acidentes, evita interpretações equivocadas e garante que qualquer profissional, em qualquer parte do mundo,entenda rapidamente o perigo associado a um produto químico.

Como a implementação do GHS contribui para a cultura organizacional de segurança?

A aplicação prática do GHS transforma percepção em ação. Ao treinar equipes, revisar FISPQs, padronizar rotulagens e inserir o GHS em auditorias e PGRs, a organização reduz acidentes e ganha rastreabilidade em processos.

O GHS ainda contribui para a integração com normas como a ISO 45001 (SST) e a ISO 10015 (capacitação técnica). Quando o perigo é bem comunicado, o comportamento muda e esse é o alicerce da cultura de segurança.

Quais são as consequências da habituação ao risco químico e como o GHS atua nesse contexto?

Com o tempo, a exposição constante a produtos perigosos pode levar os trabalhadores a ignorarem sinais críticos. O GHS atua diretamente para romper esse ciclo de descuido, mantendo a percepção de risco sempre ativada. Abaixo, o resumo dos principais efeitos da habituação e como o GHS age preventivamente:

Consequências da habituação ao risco:

Desatenção crônica: o perigo se torna “invisível” pela repetição.
Comportamentos inseguros normalizados: como não usar EPIs ou ignorar rótulos.
Acidentes evitáveis: pequenas falhas não percebidas geram eventos graves.
Cultura de segurança enfraquecida: o risco é banalizado por toda a equipe.

Como o GHS combate esse efeito:

Pictogramas de alto impacto: forçam atenção visual imediata;
Frases de advertência padronizadas: despertam senso de urgência.
Linguagem clara e unificada: reduz interpretação errada dos riscos.
Constante reforço visual: mantém o risco sempre presente na operação.

Qual a diferença entre FISPQ, SDS e MSDS? Elas são equivalentes sob o GHS?

Embora os termos sejam usados como sinônimos, existem diferenças sutis e normativas. A FISPQ (Ficha de Informação de Segurança para Produtos Químicos) é o termo adotado no Brasil conforme a NBR 14725. SDS (Safety Data Sheet) é o nome global adotado pelo GHS, enquanto MSDS é uma terminologia obsoleta, utilizada antes da harmonização.

Sob o GHS, a FISPQ é a versão brasileira da SDS, obedecendo às mesmas 16 seções estruturadas. Equivalência técnica sim, mas terminologia local exige conformidade documental nacional.



Como o GHS contribui para a prevenção de acidentes químicos no local de trabalho?

A prevenção começa com comunicação clara do risco. Ao utilizar símbolos padronizados, frases de advertência e classificações reconhecidas globalmente, o GHS permite que qualquer pessoa, do operador ao engenheiro de segurança, compreenda o nível de perigo de uma substância em segundos.

Esse entendimento reduz a exposição incorreta, melhora a conduta preventiva e fortalece o comportamento seguro. O GHS não é só uma norma; é uma estratégia de mitigação ativa, baseada na ciência da percepção de risco.

Critérios para Emissão de Certificados: Saiba Mais!
Atenção: O treinamento é Noções Básicas de Aperfeiçoamento Livre. *Não é substituto de formação acadêmica ou ensino técnico.

Diferencial

Para Quem

Cursos EaD BR

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO NORMATIVO

DESCRIÇÃO TÉCNICA: CURSO APERFEIÇOAMENTO GHS (GLOBALLY HARMONIZED SYSTEM OF CLASSIFICATION AND LABELING OF CHEMICALS)

CAPÍTULO 1 – CONSCIÊNCIA, CONTEXTO E BASES DO GHS (6h)
A importância do conhecimento técnico da tarefa;
Introdução à gestão segura de produtos químicos;
Definição e papel do GHS no cenário global;
Conceitos fundamentais:
MSDS (Material Safety Data Sheet)
SDS / FISPQ (Ficha de Informação de Segurança para Produtos Químicos)
Ficha de Emergência;
Análise de posto de trabalho e riscos químicos envolvidos;
Aplicação de sistemas desenvolvidos por especialistas para controle e classificação;
Impactos da implementação do GHS para a segurança do trabalhador e para o público.

CAPÍTULO 2 – NBR 14725 E CLASSIFICAÇÃO DE PERIGOS (7h)
Estudo técnico das 4 partes da NBR 14725;
Bases de dados internacionais para classificação de substâncias;
Classes de perigo e estrutura do GHS;
Classificação de substâncias simples e misturas perigosas;
Critérios para:
Toxicidade aguda (oral, dérmica, inalação);
Corrosão/irritação à pele e lesões oculares graves;
Perigo por aspiração;
Mutagenicidade em células germinativas;
Carcinogenicidade;
Toxicidade à reprodução;
Toxicidade para órgãos-alvo específicos (exposição única e repetida);
Sensibilização cutânea e respiratória.

CAPÍTULO 3 – COMUNICAÇÃO DE PERIGO E ROTULAGEM GHS (6h)
Comunicação efetiva de perigos: da percepção ao comportamento seguro;
Conscientização sobre os riscos e consequências da habituação ao perigo;
Psicodinâmica da percepção de risco no ambiente de trabalho;
Rotulagem conforme o GHS e NBR 14725:
Pictogramas de perigo;
Palavras de advertência;
Frases H (perigo) e P (precaução);
Requisitos gráficos e simbólicos para contêineres e embalagens;
Rótulos harmonizados e implicações legais;

CAPÍTULO 4 – ELABORAÇÃO E ANÁLISE DE FISPQ/SDS (7h)
Estrutura das 16 seções da FISPQ conforme a NBR 14725-4;
Diferenças entre SDS, MSDS e FISPQ: terminologia e exigência normativa;
Fontes seguras para obtenção de dados toxicológicos;
Toxicologia aplicada à classificação GHS;
Redação técnica com base legal;
Estudo prático: elaboração de uma FISPQ a partir de dados de um produto real.

CAPÍTULO 5 – GHS NO TRANSPORTE E NO MEIO AMBIENTE (4h)
Aplicabilidade do GHS em transporte de produtos perigosos:
Perigos físicos, agudos e ambientais;
Relação com outras normas
Rotulagem e documentação exigida em operações logísticas;
Análise de acidentes relacionados à falha na comunicação de perigos.

CAPÍTULO 6 – IMPLEMENTAÇÃO DO GHS NAS ORGANIZAÇÕES (4h)
Etapas e plano de ação para implantação do GHS;
Prevenção de acidentes e redução de passivos químicos;
Integração com:
NBR ISO 45001
– SST;
NBR ISO 10015
– Qualidade no treinamento;
Treinamento contínuo e cultura de segurança química;
Indicadores de eficácia e auditorias internas.

CAPÍTULO 7 – RISCOS ASSOCIADOS E PROCEDIMENTOS (4h)
Perigos físicos, riscos à saúde e ao meio ambiente;
Riscos ergonômicos e sua interface com tarefas químicas;
Noções de primeiros socorros em exposições químicas;
Procedimentos de contenção e resposta a emergências;
Uso seguro de produtos químicos no trabalho e no lar;
Estudo de casos de acidentes e respostas institucionais.

CAPÍTULO 8 – AVALIAÇÃO FINAL (2h)
Prova teórico-prática (conforme contratado);
Exercícios de rotulagem, classificação e preenchimento de FISPQ;
Simulação de implantação do GHS em um setor fabril;
Análise e feedback dos resultados.

Política de Uso de Conteúdo Técnico com Exemplos Numéricos
Os capítulos que abordam fórmulas, cálculos ou simulações numéricas são oferecidos unicamente como recurso didático complementar, com propósito explicativo e sem valor de capacitação técnica profissional.
De acordo com as normativas do Ministério da Educação (MEC) para cursos livres e informativos, e conforme as competências regulamentadas pelos conselhos CONFEA/CREA e CFT/CRT,– ART ou TRT restrita a cursos de nível técnico e superior pelo MEC. Este curso não inclui aulas práticas de cálculo, nem autoriza validação técnica por meio de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) ou TRT (Termo de Responsabilidade Técnica).
Frisamos que qualquer exemplo envolvendo cálculo não substitui formação acadêmica reconhecida pelo MEC e não pode ser utilizado como comprovação de qualificação legal para fins de responsabilidade técnica, elaboração de projetos ou execução de serviços que exijam registro profissional.

OBSERVAÇÕES

Cursos EaD BR

Consideramos importante ter a flexibilidade para modificar o Conteúdo Programático Normativo Geral de qualquer Curso, Treinamento, Relatório Técnico, Projetos e demais serviços, se considerado necessário. Essas alterações podem incluir: Atualizações, Adições ou Exclusões.
Nossa Equipe Pedagógica e Multidisciplinar tem o direito de fazer essas modificações. Este direito se estende a:
- Mudança dos itens do escopo normativo;
- Inserção de novas Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos;
- Exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos existentes.

Embora a atualização do Conteúdo Programático Normativo seja da nossa responsabilidade, esperamos que o contratante (seja este um indivíduo ou organização), cumpra todas as legislações pertinentes relacionadas. Portanto, os contratantes devem realizar as devidas aplicações e atendimentos conforme as leis e decretos aplicáveis.

NOTA: As Normas e Regulamentos, suas atualizações e substituições poderão sofrer alterações até a presente data.

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Nossos Cursos Incluem: Projeto Pedagógico, Plataforma Monitorada com Controle de Acessos e 04 Responsáveis Técnicos PLH.

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