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Curso Aperfeiçoamento Cqi 9 Tratamento Térmico | 97708

O curso tem como objetivo desenvolver a competência técnica necessária para aplicar, interpretar e conduzir processos de tratamento térmico conforme os requisitos da AIAG CQI-9, fortalecendo a capacidade do profissional em identificar variáveis críticas, controlar equipamentos, analisar resultados e garantir conformidade metalúrgica. A formação prepara o participante para compreender profundamente os impactos das transformações térmicas na estrutura do material, assegurando desempenho mecânico previsível e estabilidade operacional.

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Por Aluno/Grupo
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SAIBA MAIS SOBRE O CURSO

DESCRIÇÃO TÉCNICA: CURSO APERFEIÇOAMENTO CQI 9 TRATAMENTO TÉRMICO

Treinamento Profissionalizante Noções Básicas - Referência:97708

Aplicamos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar.

QUAL OBJETIVO DO CURSO CQI 9 TRATAMENTO TÉRMICO?

O curso tem como objetivo desenvolver a competência técnica necessária para aplicar, interpretar e conduzir processos de tratamento térmico conforme os requisitos da AIAG CQI-9, fortalecendo a capacidade do profissional em identificar variáveis críticas, controlar equipamentos, analisar resultados e garantir conformidade metalúrgica. A formação prepara o participante para compreender profundamente os impactos das transformações térmicas na estrutura do material, assegurando desempenho mecânico previsível e estabilidade operacional.

Além disso, o curso capacita o aluno a executar auditorias internas, avaliar desvios, implementar ações corretivas e elevar a robustez dos processos industriais. O participante passa a dominar a lógica do Heat Treat System Assessment, integrando confiabilidade, rastreabilidade e melhoria contínua, elementos indispensáveis para atender clientes automotivos e industriais que exigem consistência, repetibilidade e responsabilidade técnica em processos térmicos críticos.

O QUE É TRATAMENTO TÉRMICO?

Tratamento térmico é o processo metalúrgico que altera a microestrutura de um material, normalmente aço, por meio de ciclos controlados de aquecimento, permanência em temperatura e resfriamento. Essa combinação modifica dureza, resistência, ductilidade, tenacidade e estabilidade dimensional, permitindo que o material atenda requisitos técnicos específicos de desempenho.

O método exige controle preciso porque cada variação de tempo, temperatura e atmosfera modifica o resultado final. Por isso, processos como têmpera, revenimento, normalização, cementação e nitretação demandam rigor para garantir confiabilidade. O tratamento térmico transforma um aço comum em um componente capaz de suportar cargas, impactos e fadiga com segurança em aplicações automotivas, aeroespaciais e industriais.

 

O QUE DIFERENCIA UM PROCESSO DE TÊMPERA DE UM PROCESSO DE REVENIMENTO EM TERMOS DE TRANSFORMAÇÃO MICROESTRUTURAL?

A têmpera transforma a microestrutura do aço ao gerar martensita, uma fase dura, frágil e de alta tensão interna formada pelo resfriamento rápido a partir da austenita. Esse processo eleva significativamente a dureza e a resistência, porém reduz a tenacidade, tornando o material suscetível a trincas caso permaneça apenas nesse estado.

O revenimento atua depois da têmpera e modifica essa martensita, aliviando tensões, ajustando dureza e recuperando tenacidade. Durante o aquecimento controlado, parte da martensita se decompõe, formando microestruturas mais estáveis, como martensita revenida e carbetos finos. O resultado é um equilíbrio entre resistência, ductilidade e comportamento mecânico confiável.

QUAIS ELEMENTOS DE LIGA MAIS INFLUENCIAM A RESPOSTA DO AÇO AO TRATAMENTO TÉRMICO E COMO ALTERAM AS PROPRIEDADES FINAIS?

Elementos como carbono, cromo, molibdênio, manganês, níquel e vanádio são os que mais modificam a resposta do aço ao tratamento térmico. O carbono define o potencial máximo de dureza; cromo e molibdênio aumentam temperabilidade e resistência à corrosão; manganês melhora a endurecibilidade; níquel incrementa tenacidade; vanádio controla crescimento de grão e favorece formação de carbetos estáveis. Cada combinação muda a taxa de transformação e a resistência ao desgaste.

A presença e a proporção desses elementos influenciam diretamente a microestrutura formada após aquecimento e resfriamento. Aços ligados permanecem mais tempo em fase austenítica, transformam-se em martensita de forma mais uniforme e atingem dureza elevada com menos risco de distorção. Em síntese, a composição química determina não apenas o ciclo necessário, mas o limite real de desempenho mecânico e térmico do material.

O QUE DEFINE A ESCOLHA DO MEIO DE RESFRIAMENTO E COMO ESSA DECISÃO INTERFERE NA FORMAÇÃO DA MICROESTRUTURA?

A escolha do meio de resfriamento depende da necessidade de velocidade térmica para alcançar a microestrutura desejada, do tipo de aço, do tamanho da peça e da tolerância a distorções. Óleo, polímeros, água, ar forçado ou gases inertes oferecem diferentes taxas de extração de calor, e essa velocidade determina se a austenita se transformará em martensita, bainita, perlita ou misturas intermediárias.

Quando o meio de resfriamento é inadequado, a microestrutura final perde homogeneidade, resultando em dureza insuficiente, distorções ou fragilização por tensões internas. Uma taxa de resfriamento rápida demais pode causar trincas; lenta demais pode impedir a formação da martensita. Portanto, o meio define o caminho microestrutural e, consequentemente, a confiabilidade do componente.

 QUAL É O PRINCIPAL RISCO OPERACIONAL QUANDO A ATMOSFERA DO FORNO ESTÁ FORA DA ESPECIFICAÇÃO QUÍMICA ADEQUADA AO PROCESSO?

A atmosfera fora de especificação pode provocar reações indesejadas na superfície do aço, como descarburação, oxidação excessiva, carbonetação descontrolada ou contaminação química. Esses fenômenos alteram a camada superficial, comprometendo dureza, resistência ao desgaste e integridade da peça. Uma falha na atmosfera pode invalidar completamente o tratamento térmico, mesmo que o ciclo de temperatura esteja correto.

Além disso, atmosferas incorretas podem gerar riscos de segurança, como combustão descontrolada, corrosão acelerada dos componentes do forno ou instabilidade no controle térmico. O resultado é a perda de confiabilidade do processo, aumento de rejeição e redução da vida útil dos equipamentos. Atmosfera correta é condição mínima para qualquer ciclo térmico consistente.

QUAL A IMPORTÂNCIA DO CURSO DE APERFEIÇOAMENTO CQI-9 PARA GARANTIR PROCESSOS DE TRATAMENTO TÉRMICO CONFIÁVEIS, PADRONIZADOS E ALINHADOS ÀS EXIGÊNCIAS DA INDÚSTRIA?

A importância do curso está em desenvolver a capacidade do profissional de aplicar corretamente os requisitos da CQI-9, garantindo que cada etapa do tratamento térmico opere dentro de padrões rigorosos de controle, repetibilidade e segurança metalúrgica. O participante aprende a identificar variáveis críticas, executar avaliações sistemáticas, interpretar evidências e tomar decisões técnicas que evitam falhas, distorções e perda de desempenho dos componentes.

Além disso, o curso eleva o nível de conformidade exigido pela cadeia automotiva e industrial, reduzindo riscos de não conformidades e fortalecendo a rastreabilidade. O aluno passa a dominar auditorias internas, testes TUS e SAT, calibrações e critérios de aceitação, tornando-se capaz de manter processos estáveis, competitivos e alinhados às expectativas de clientes que exigem confiabilidade absoluta em operações de tratamento térmico.

Critérios para Emissão de Certificados: Saiba Mais!
Atenção: O treinamento é Noções Básicas de Aperfeiçoamento Livre. *Não é substituto de formação acadêmica ou ensino técnico.

Normas e Regulamentos

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CONTEÚDO PROGRAMÁTICO NORMATIVO

DESCRIÇÃO TÉCNICA: CURSO APERFEIÇOAMENTO CQI 9 TRATAMENTO TÉRMICO 

CAPÍTULO 1 – Fundamentos e Interpretação da CQI-9 (4h)

Interpretação da CQI-09
Conceitos essenciais da norma
Vocabulário técnico aplicado ao tratamento térmico
Relação entre CQI-9 e requisitos automotivos globais
Papel da norma como ferramenta de conformidade e auditoria

CAPÍTULO 2 – Aplicação dos Conceitos e Métodos da CQI-9 (4h)

Aplicação prática dos conceitos fundamentais
Métodos de aplicação previstos na CQI-9
Critérios de conformidade para processos especiais
Abordagem estruturada de implementação em fornecedores
Impactos diretos na rastreabilidade e qualidade

CAPÍTULO 3 – Processos Especiais de Tratamento Térmico (4h)

Definição de processos especiais
Parâmetros críticos e controle operacional
Requisitos de controle térmico e metalúrgico
Registros obrigatórios e evidências objetivas
Falhas típicas e sua análise técnico-causal

CAPÍTULO 4 – Avaliação do Sistema de Tratamento Térmico (4h)

Requisitos do sistema de avaliação
Checklist estruturado da CQI-9
Critérios de atendimento e pontuação
Identificação de lacunas em sistemas de manufatura
Interpretação de evidências e verificação documental

CAPÍTULO 5 – Tratamento Térmico na Indústria Automotiva (4h)

Requisitos das montadoras
Aplicações típicas por componentes
Influência de dureza, microestrutura e desempenho
Integração entre engenharia, qualidade e produção
Fatores críticos para liberação de produto

CAPÍTULO 6 – Gestão dos Processos de Manufatura com Tratamento Térmico (4h)

Planejamento e controle de processos
Gestão de riscos e variáveis críticas
Padronização operacional
Monitoramento contínuo
Revisão periódica de parâmetros e calibração

CAPÍTULO 7 – Qualidade, Controle e Não Conformidades (4h)

Qualidade no processo
Conhecimento e controle sobre variáveis térmicas
Gestão de produtos não conformes
Ações corretivas estruturadas
Rastreabilidade e exigências documentais

CAPÍTULO 8 – Elementos de Fixação e Requisitos Específicos (4h)

Tratamento térmico aplicado a elementos de fixação
Sensibilidades metalúrgicas
Requisitos das montadoras
Interação com fornecedores diretos e sub-fornecedores
Controles adicionais exigidos para peças críticas

CAPÍTULO 9 – Auditorias Internas – CQI-9 (4h)

Planejamento de auditorias internas
Competências do auditor
Verificação de processos especiais
Interpretação de resultados
Elaboração de relatórios robustos e rastreáveis

CAPÍTULO 10 – Equipamentos e Estudos de Caso Aplicados ao CQI-9 (4h)

Equipamentos utilizados no tratamento térmico
Requisitos de manutenção, uniformidade e calibração
Estudos de caso reais relacionados ao CQI-9
Análises comparativas de conformidade
Lições aprendidas e decisões de engenharia

Política de Uso de Conteúdo Técnico com Exemplos Numéricos:
Os capítulos que abordam fórmulas, cálculos ou simulações numéricas são oferecidos unicamente como recurso didático complementar, com propósito explicativo e sem valor de capacitação técnica profissional.
De acordo com as normativas do Ministério da Educação (MEC) para cursos livres e informativos, e conforme as competências regulamentadas pelos conselhos CONFEA/CREA e CFT/CRT,– ART ou TRT restrita a cursos de nível técnico e superior pelo MEC. Este curso não inclui aulas práticas de cálculo, nem autoriza validação técnica por meio de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) ou TRT (Termo de Responsabilidade Técnica).
Frisamos que qualquer exemplo envolvendo cálculo não substitui formação acadêmica reconhecida pelo MEC e não pode ser utilizado como comprovação de qualificação legal para fins de responsabilidade técnica, elaboração de projetos ou execução de serviços que exijam registro profissional.

OBSERVAÇÕES

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Consideramos importante ter a flexibilidade para modificar o Conteúdo Programático Normativo Geral de qualquer Curso, Treinamento, Relatório Técnico, Projetos e demais serviços, se considerado necessário. Essas alterações podem incluir: Atualizações, Adições ou Exclusões.
Nossa Equipe Pedagógica e Multidisciplinar tem o direito de fazer essas modificações. Este direito se estende a:
- Mudança dos itens do escopo normativo;
- Inserção de novas Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos;
- Exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos existentes.

Embora a atualização do Conteúdo Programático Normativo seja da nossa responsabilidade, esperamos que o contratante (seja este um indivíduo ou organização), cumpra todas as legislações pertinentes relacionadas. Portanto, os contratantes devem realizar as devidas aplicações e atendimentos conforme as leis e decretos aplicáveis.

NOTA: As Normas e Regulamentos, suas atualizações e substituições poderão sofrer alterações até a presente data.

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Nossos Cursos Incluem:  Projeto Pedagógico, Plataforma Monitorada com Controle de Acessos e 04 Responsáveis Técnicos PLH.

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