SAIBA MAIS SOBRE O CURSO
DESCRIÇÃO TÉCNICA: CURSO CAPACITAÇÃO NR 35 - SEGURANÇA NOS TRABALHOS EM ALTURA - NÍVEL TRABALHADOR - APLICADO EM FRANCÊS
Treinamento Profissionalizante Noções Básicas - Referência: 164879
Aplicamos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar
O QUE DEVE CONTER UM PLANO DE TRABALHO EM ALTURA CONFORME A NR 35?
Descrição da atividade com local, data, responsáveis e equipe executora.
Análise de risco detalhada, incluindo quedas, eletricidade, calor, vento e intempéries.
Definição dos sistemas de proteção coletiva e individual que serão adotados.
Plano de emergência e resgate, com responsável técnico e tempo de resposta.
Autorização formal do empregador e registro da capacitação dos envolvidos.
Assinaturas dos profissionais que tomarão parte na atividade

QUANDO SE APLICA O USO DE LINHAS DE VIDA HORIZONTAIS E VERTICAIS?
Linhas de vida horizontais são indicadas para deslocamentos em planos superiores, passarelas ou estruturas lineares, enquanto as verticais são aplicadas em acessos por escadas, torres ou fachadas, onde o movimento é descendente ou ascendente. Ambas precisam ser dimensionadas conforme o fator de queda, distância livre de segurança e compatibilidade com o EPI.
É essencial que a instalação seja validada por engenheiro responsável e que o uso respeite a zona livre de impacto, evitando colisões com o solo ou objetos ao redor. Escolher a linha de vida errada ou instalar sem conhecimento técnico é tão perigoso quanto trabalhar sem proteção.
QUANDO O TRABALHO EM ALTURA DEVE SER PROIBIDO, MESMO QUE AUTORIZADO?
Em caso de mudança abrupta do clima (chuva, raios, ventos fortes).
Quando há indícios de fadiga ou alteração no estado emocional do trabalhador.
Quando o equipamento apresenta qualquer sinal de desgaste ou falha.
Na ausência de plano de resgate viável e equipe habilitada.
Quando houver interferência de outras atividades que elevem o risco (eletricidade, corte, solda).

COMO DEVE SER IMPLEMENTADO UM SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA QUEDAS?
Um sistema eficaz combina proteção coletiva, proteção individual e planejamento de resgate. A base da estratégia deve priorizar a eliminação do risco, seguida por guardas-corpos, plataformas elevatórias, redes de proteção, linhas de vida e, por fim, o uso de EPIs como cinturões, talabartes e conectores com absorvedor de energia. A seleção depende do ambiente, da natureza do trabalho e do tempo de exposição.
Além disso, é crucial que os sistemas estejam projetados conforme norma, testados previamente e com manutenção documentada. A eficácia do sistema não reside apenas nos equipamentos, mas na integração entre planejamento, comportamento e supervisão técnica constante.
QUAIS SÃO OS TIPOS DE LINHA DE VIDA E QUANDO CADA UMA É INDICADA?
Horizontal (HLL):
Ideal para deslocamentos lineares em superfícies elevadas.
Exemplo: vigas de cobertura, passarelas, telhados.
Vertical (VLL):
Usada em subidas e descidas em torres, escadas e silos.
Possui sistema de trava-queda específico.
Retrátil (SRL):
Atua como cinto de segurança de carro, liberando e travando automaticamente.
Ideal para trabalhos com movimentação curta e vertical.
COMO FATORES COMPORTAMENTAIS AFETAM A SEGURANÇA EM ALTURA?
Fatores como pressa, autoconfiança excessiva, distrações, fadiga e pressão por produtividade aumentam significativamente os riscos em atividades em altura. Muitas quedas não ocorrem por falha técnica, mas por quebra de protocolo ou tomada de decisão impulsiva diante de uma situação aparentemente rotineira.
Esses comportamentos são reflexos de uma cultura organizacional fraca ou negligente, onde a segurança não é valorizada ou reforçada. Por isso, treinamentos comportamentais, liderança pelo exemplo e diálogos de segurança são tão importantes quanto os equipamentos.

COMO DEVE SER FEITA A INSPEÇÃO DOS EPIS UTILIZADOS EM ALTURA?
Antes do uso:
Verificar estado físico (cortes, rasgos, desgaste, costuras soltas).
Checar conectores, mosquetões e absorvedores de energia.
Conferir etiquetas, validade e número do CA.
Inspeção periódica:
Realizada por profissional qualificado, com periodicidade conforme o fabricante.
Registrada em planilha técnica ou sistema de controle.
Critérios para Emissão de Certificados: Saiba Mais!
Atenção: O treinamento é Noções Básicas de Aperfeiçoamento Livre. *Não é substituto de formação acadêmica ou ensino técnico.