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Curso Manejo Animais Peçonhentos | 3016550

O Curso NR 31 Manejo de Animais Peçonhentos tem por objetivo habilitar o profissional quanto a identificação de animais peçonhentos, assim como a forma correta de agir em casos de contato com o animal e também acidentes.


SAIBA MAIS SOBRE O CURSO

DESCRIÇÃO TÉCNICA: CURSO CAPACITAÇÃO SEGURANÇA NO MANEJO DE ANIMAIS PEÇONHENTOS

Treinamento Profissionalizante Noções Básicas - Referência: 3016550

Aplicamos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar 

O QUE DEFINE UM ANIMAL COMO PEÇONHENTO E POR QUE ISSO É IMPORTANTE NO CONTEXTO DO MANEJO?

Um animal peçonhento é aquele que possui glândulas especializadas para produzir toxinas, e também apresenta mecanismos anatômicos para injetá-las, como dentes ocos (cobras), ferrões (escorpiões) ou quelíceras (aranhas). Essa característica o diferencia dos venenosos, que apenas liberam substâncias tóxicas por contato ou ingestão.

Essa definição técnica é essencial para estabelecer o protocolo correto de contenção e transporte, além de direcionar ações emergenciais em caso de acidentes. O desconhecimento dessa diferença pode comprometer a segurança da operação e da equipe envolvida.

COMO AGIR APÓS UM ACIDENTE COM PICADA OU MORDIDA DE ANIMAL PEÇONHENTO?

Imobilizar o membro atingido e manter a vítima calma: para evitar que a toxina se espalhe rapidamente pela corrente sanguínea.
Não cortar, sugar ou aplicar substâncias caseiras: são condutas ultrapassadas e perigosas.
Levar a vítima imediatamente ao hospital mais próximo com referência em soroterapia: levando, se possível, foto ou o animal capturado.

A velocidade no atendimento médico e a identificação correta da espécie são cruciais para evitar necrose, falência orgânica ou morte. Um protocolo de emergência precisa estar disponível e treinado por todos da equipe.

QUANDO DEVE SER FEITA A CAPTURA DE UM ANIMAL PEÇONHENTO?

A captura deve ocorrer imediatamente após a identificação do animal em áreas de risco humano, como residências, escolas, hospitais, áreas industriais e zonas de convivência coletiva. Quanto mais rápida a ação, menor o risco de acidentes.

Além disso, em áreas rurais ou periurbanas, o manejo deve ser preventivo em épocas de clima quente e úmido, pois essas condições favorecem o deslocamento e a reprodução desses animais.

QUAIS SÃO OS SINAIS QUE INDICAM A PRESENÇA DE ANIMAIS PEÇONHENTOS EM UM AMBIENTE?

Fezes e rastros característicos: por exemplo, trilhas onduladas em pisos arenosos ou poeirentos no caso de serpentes.
Presença de presas naturais: baratas, ratos ou lagartixas, que atraem escorpiões e serpentes.
Abrigos potenciais: entulhos, ralos destampados, frestas de muros, caixas de gordura, telhados com forros soltos, pilhas de madeira ou telhas.
Ocorrência anterior de acidentes ou avistamentos: especialmente quando recorrentes no mesmo local.
Odor e comportamento de animais domésticos: cães e gatos podem latir, farejar ou evitar locais onde esses animais se escondem.

A vigilância ativa e o mapeamento dessas evidências permitem ações preventivas mais eficazes, evitando ocorrências reativas e acidentes.

COMO AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS AFETAM A PRESENÇA DESSES ANIMAIS?

Com o aumento das temperaturas e alterações na umidade, espécies como escorpiões, serpentes e aranhas passam a invadir ambientes urbanos em busca de abrigo e alimento.

Essas mudanças exigem ações preventivas mais robustas, como inspeções periódicas, educação ambiental da população e treinamento das equipes de controle.

QUAIS FATORES TORNAM O ESCORPIÃO-AMARELO (TITYUS SERRULATUS) TÃO PERIGOSO NO BRASIL?

Reprodução assexuada (partenogênese): uma única fêmea pode gerar colônias inteiras sem necessidade de macho.
Alta resistência a produtos químicos: muitos inseticidas convencionais não afetam a espécie, tornando o controle mais desafiador.
Adaptação urbana impressionante: presença em centros urbanos, redes de esgoto, escolas e hospitais.

O escorpião-amarelo é hoje um dos maiores desafios de saúde pública urbana, exigindo programas integrados de educação ambiental, saneamento básico, arquitetura segura e manejo técnico qualificado.

COMO O COMPORTAMENTO NOTURNO DOS ANIMAIS PEÇONHENTOS INFLUENCIA AS ESTRATÉGIAS DE MANEJO?

O comportamento noturno é uma característica marcante de diversas espécies peçonhentas como escorpiões, serpentes e aranhas. Isso exige que as ações de inspeção e controle sejam planejadas com base em períodos de maior atividade, geralmente entre o entardecer e a madrugada. Muitas capturas são malsucedidas simplesmente porque ocorrem em horários errados.

Para otimizar o manejo, é recomendado o uso de luz ultravioleta (no caso dos escorpiões, que fluorescem) e armadilhas noturnas passivas. 

Critérios para Emissão de Certificados: Saiba Mais!
Atenção: O treinamento é Noções Básicas de Aperfeiçoamento Livre. *Não é substituto de formação acadêmica ou ensino técnico.

NORMAS E REGULAMENTOS

Normas técnicas e regulamentos atualizados, conforme aplicabilidade ao conteúdo:

ABNT NBR ISO 31000 – Gestão de Riscos – Diretrizes;
ABNT NBR ISO 45001– Sistemas de Gestão de Saúde e Segurança Ocupacional.
Resoluções do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV);
Código Civil (art. 927, parágrafo único) – Responsabilidade objetiva do empregador por atividades de risco.
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 06 – Equipamentos de Proteção Individual (EPI);
NR 07 – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO);
NR 09 – Avaliação e Controle de Riscos Ambientais;
NR 31 – Segurança e Saúde no Trabalho na Agricultura, Pecuária, Silvicultura, Exploração Florestal e Aquicultura;

OBSERVAÇÕES

OBSERVAÇÕES

Consideramos importante ter a flexibilidade para modificar o Conteúdo Programático Normativo Geral de qualquer Curso, Treinamento, Relatório Técnico, Projetos e demais serviços, se considerado necessário. Essas alterações podem incluir: Atualizações, Adições ou Exclusões.
Nossa Equipe Pedagógica e Multidisciplinar tem o direito de fazer essas modificações. Este direito se estende a:
- Mudança dos itens do escopo normativo;
- Inserção de novas Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos;
- Exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos existentes.

Embora a atualização do Conteúdo Programático Normativo seja da nossa responsabilidade, esperamos que o contratante (seja este um indivíduo ou organização), cumpra todas as legislações pertinentes relacionadas. Portanto, os contratantes devem realizar as devidas aplicações e atendimentos conforme as leis e decretos aplicáveis.

NOTA: As Normas e Regulamentos, suas atualizações e substituições poderão sofrer alterações até a presente data.

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Nossos Cursos Incluem: Projeto Pedagógico, Plataforma Monitorada com Controle de Acessos e 04 Responsáveis Técnicos PLH.

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Para conhecer o diferencial do nosso site, Clique aqui!


CONTEÚDO PROGRAMÁTICO NORMATIVO

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO NORMATIVO

DESCRIÇÃO TÉCNICA: CURSO CAPACITAÇÃO SEGURANÇA NO MANEJO DE ANIMAIS PEÇONHENTOS

Capítulo 1 – Fundamentos Biológicos e Taxonomia Aplicada (2h)
Definições: animais peçonhentos, venenosos e nocivos
Biologia e comportamento defensivo de serpentes, aranhas e escorpiões
Espécies de maior risco em contextos urbanos, industriais e rurais
Ciclo de vida, hábitos alimentares e rotas de dispersão

Capítulo 2 – Identificação de Riscos e Ambientes Vulneráveis (2h)
Ambientes críticos: escolas, indústrias, obras, áreas florestais e residências
Sinais de presença: fezes, rastros, presas, tocas, peles e outros indicadores
Influência do clima, saneamento e infraestrutura urbana
Análise de pontos cegos e falhas estruturais que facilitam o acesso de peçonhentos

Capítulo 3 – Estratégias Preventivas e Controle Operacional (2h)
Barreiras físicas e medidas de engenharia contra infestações
Vedação técnica de ralos, caixas de passagem e áreas úmidas
Controle integrado de vetores com foco em ambientes de risco biológico
Ações rotineiras para redução de atratividade (lixo, entulho, umidade, iluminação)

Capítulo 4 – Técnicas de Contenção e Equipamentos (2h)
Métodos seguros de abordagem, captura e imobilização
Ferramentas: pinças longas, ganchos herpetológicos, caixas de contenção e EPIs
Tipos de contenção: rígida, flexível, temporária e transporte
Procedimentos pós-captura e prevenção de fuga ou reação do animal

Capítulo 5 – Manejo, Transporte e Destinação Legal (2h)
Protocolos técnicos por tipo de animal
Seleção e preparação de caixas de transporte seguras
Regras de sinalização, ventilação e integridade física da contenção
Destinação legal: soltura autorizada, encaminhamento a órgão ambiental ou CETAS

Capítulo 6 – Primeiros Socorros em Acidentes com Peçonhentos (2h)
Condutas corretas em acidentes com escorpiões, aranhas e serpentes
Abordagem pré-hospitalar: estabilização, imobilização e condução médica
Classificação clínica da gravidade do acidente e tipo de soroterapia
Erros críticos a evitar e ações que agravam o quadro clínico

Capítulo 7 – Comunicação de Risco e Conscientização Coletiva (2h)
Estratégias de sensibilização no ambiente de trabalho e comunidade
DDS temático, campanhas internas e sinalização de áreas críticas
Papel da brigada de emergência, SESMT e gestores na comunicação preventiva
Criação de cultura institucional voltada à segurança biológica

Capítulo 8 – Atuação Técnica Integrada e Documentação (2h)
Elaboração de relatórios técnicos e registros fotográficos
Preenchimento de checklists de manejo e avaliação de riscos
Emissão de ART ou TRT (quando aplicável)
Padronização de formulários para rastreabilidade e auditorias

Política de Uso de Conteúdo Técnico com Exemplos Numéricos
Os capítulos que abordam fórmulas, cálculos ou simulações numéricas são oferecidos unicamente como recurso didático complementar, com propósito explicativo e sem valor de capacitação técnica profissional.
De acordo com as normativas do Ministério da Educação (MEC) para cursos livres e informativos, e conforme as competências regulamentadas pelos conselhos CONFEA/CREA e CFT/CRT,– ART ou TRT restrita a cursos de nível técnico e superior pelo MEC. Este curso não inclui aulas práticas de cálculo, nem autoriza validação técnica por meio de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) ou TRT (Termo de Responsabilidade Técnica).
Frisamos que qualquer exemplo envolvendo cálculo não substitui formação acadêmica reconhecida pelo MEC e não pode ser utilizado como comprovação de qualificação legal para fins de responsabilidade técnica, elaboração de projetos ou execução de serviços que exijam registro profissional.

Promoção
Curso Manejo Animais Peçonhentos | 3016550

Por Aluno/Grupo

CONSULTE

Validade Anual

16 Horas


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