SAIBA MAIS SOBRE O CURSO
DESCRIÇÃO TÉCNICA: CURSO APERFEIÇOAMENTO COMO EXECUTAR INSPEÇÃO TERMOGRÁFICA NÍVEL I E II E ELABORAR RELATÓRIO TÉCNICO
Treinamento Profissionalizante Noções Básicas - Referência: 59089
Aplicamos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar.
QUAL OBJETIVO DO CURSO INSPEÇÃO TERMOGRÁFICA NÍVEL I E II?
O Curso Termográfica Nível I e II tem como objetivo capacitar o profissional a compreender os princípios científicos e normativos que regem a termografia infravermelha aplicada em sistemas elétricos, mecânicos e estruturais. O participante desenvolve domínio sobre o comportamento térmico dos materiais, interpretação de imagens radiométricas, reconhecimento de anomalias e elaboração de diagnósticos precisos com base em parâmetros técnicos e legais.
Além disso, o curso proporciona o entendimento das leis fundamentais da transferência de calor, da condutividade térmica e das normas aplicáveis aos ensaios não destrutivos (END), preparando o profissional para elaborar relatórios técnicos conforme as diretrizes da ABNT NBR ISO 18436-7 e NBR 15879. O foco é formar especialistas capazes de correlacionar dados termográficos com condições operacionais reais, garantindo segurança, eficiência e conformidade nas análises termográficas.

O QUE CARACTERIZA UMA INSPEÇÃO TERMOGRÁFICA DE NÍVEL I E II?
A inspeção termográfica de Nível I é voltada para o reconhecimento básico de padrões térmicos e identificação de anomalias visíveis por meio da câmera infravermelha. O profissional desse nível domina conceitos fundamentais de emissão, reflexão e absorção, além de compreender como interpretar imagens e diferenciar fontes de calor superficiais de internas.
Já o Nível II aprofunda a análise, permitindo ao profissional diagnosticar causas prováveis de falhas térmicas e quantificar temperaturas com precisão, aplicando correções de emissividade e distância. É nesse nível que se consolida a capacidade de elaborar relatórios técnicos e estabelecer recomendações corretivas baseadas em evidências radiométricas.
QUAIS FATORES PODEM COMPROMETER A PRECISÃO DE UMA MEDIÇÃO TERMOGRÁFICA?
Diversos fatores podem interferir na confiabilidade das leituras e devem ser controlados cuidadosamente:
- Emissividade incorreta: altera a temperatura aparente registrada pelo equipamento.
- Distância e ângulo de medição: modificam a intensidade do sinal térmico recebido.
- Condições ambientais: umidade, vento e radiação solar direta distorcem o resultado.
- Calibração inadequada da câmera: reduz a sensibilidade e a resolução radiométrica.
Cada fator influencia a exatidão do ensaio e precisa ser avaliado no relatório técnico. Um termografista qualificado identifica, compensa e documenta esses desvios conforme os parâmetros da ABNT NBR 16818 e da ISO 18251-2.
QUAIS SÃO OS PRINCÍPIOS FÍSICOS QUE SUSTENTAM A TERMOGRAFIA INFRAVERMELHA?
A termografia baseia-se nas leis da transferência de calor e da radiação térmica, especialmente nas leis de Fourier, Planck, Wien, Stefan-Boltzmann e Newton do resfriamento. Elas descrevem como o calor se propaga e como a energia radiante emitida por um corpo depende da sua temperatura e da sua emissividade.
Essas leis permitem transformar a energia térmica captada por sensores infravermelhos em informações visuais precisas. Assim, a câmera termográfica converte variações de temperatura em imagens radiométricas, possibilitando a identificação de anomalias e pontos críticos de aquecimento, que seriam invisíveis ao olho humano.
COMO É ESTRUTURADO O RELATÓRIO TÉCNICO DE UMA INSPEÇÃO TERMOGRÁFICA?
O relatório técnico segue uma estrutura padronizada pelas normas ABNT NBR 16818 e ISO 9712, contendo:
- Identificação do equipamento e local da medição;
- Descrição dos parâmetros de ensaio (emissividade, distância, temperatura ambiente);
- Imagens térmicas com escala radiométrica;
- Interpretação técnica e diagnóstico da anomalia;
- Conclusões e recomendações corretivas.
Cada etapa do documento assegura rastreabilidade e integridade das informações. A clareza do relatório é essencial para decisões de manutenção baseadas em evidências térmicas.

QUAL É O PAPEL DO EMISSOR, DO REFLETOR E DO ABSORVEDOR NA ANÁLISE TERMOGRÁFICA?
O comportamento térmico de um material é determinado por sua capacidade de emitir, refletir e absorver radiação. O emissor é o corpo que libera energia térmica; o refletor redireciona a radiação incidente; e o absorvedor retém parte dessa energia e a converte em calor interno.
Compreender essas três funções é essencial para evitar erros de leitura. Superfícies metálicas polidas, por exemplo, apresentam alta refletividade e podem gerar interpretações equivocadas se a emissividade não for corretamente ajustada. A precisão do diagnóstico depende do domínio dessas variáveis.
Critérios para Emissão de Certificados: Saiba Mais!
Atenção: O treinamento é Noções Básicas de Aperfeiçoamento Livre. *Não é substituto de formação acadêmica ou ensino técnico.