SAIBA MAIS SOBRE O CURSO
DESCRIÇÃO TÉCNICA: CURSO CAPACITAÇÃO NR 35 - SEGURANÇA NOS TRABALHOS EM ALTURA - NÍVEL TRABALHADOR - APLICADO EM ÁRABE
Treinamento Profissionalizante Noções Básicas - Referência:1840
Aplicamos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar.
QUAL O OBJETIVO DO CURSO NR 35 EM ÁRABE?
O curso tem como objetivo capacitar o trabalhador para o reconhecimento, avaliação e controle dos riscos associados às atividades executadas em altura, garantindo o cumprimento integral da NR-35 e demais normas correlatas. O conteúdo é ministrado integralmente em árabe técnico aplicado à segurança do trabalho, possibilitando que profissionais estrangeiros compreendam com precisão os fundamentos legais, os requisitos de prevenção e as responsabilidades envolvidas nas atividades acima de dois metros de altura.
Além de transmitir o conhecimento teórico necessário à prevenção de acidentes, o curso reforça a cultura de segurança baseada na gestão de risco e comportamento seguro, abordando medidas de controle, sistemas de proteção coletiva e individual, análise preliminar de riscos e condutas em situações de emergência, de forma a assegurar a integridade física e psicológica do trabalhador.
QUEM É RESPONSÁVEL POR GARANTIR AS CONDIÇÕES SEGURAS PARA EXECUÇÃO DE TRABALHOS EM ALTURA CONFORME A NR 35?
A responsabilidade primária recai sobre o empregador, que deve assegurar o cumprimento de todas as exigências normativas, incluindo o fornecimento de equipamentos certificados, elaboração de procedimentos operacionais e realização de treinamentos com instrutores qualificados. Cabe também ao empregador estabelecer planos de emergência, emitir a documentação obrigatória e fiscalizar as práticas diárias dos colaboradores.
O trabalhador, por sua vez, tem o dever de seguir as orientações recebidas, utilizar os EPIs de forma correta e comunicar qualquer irregularidade observada durante a execução das atividades. Essa relação de corresponsabilidade é o alicerce da NR 35, pois reforça a cultura de segurança e previne falhas operacionais decorrentes de negligência ou omissão.
COMO DEVE SER FEITA A SELEÇÃO DOS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI) PARA TRABALHO EM ALTURA?
A escolha dos EPIs deve considerar aspectos técnicos, ergonômicos e normativos:
• Tipo de atividade: o EPI precisa estar adequado à função e à altura de trabalho;
• Certificação: deve possuir CA (Certificado de Aprovação) emitido pelo Ministério do Trabalho;
• Compatibilidade: o conjunto de equipamentos deve funcionar em harmonia com os sistemas de ancoragem e trava-quedas;
• Inspeção: deve ser realizada antes de cada uso, garantindo que o equipamento esteja livre de danos;
• Armazenamento e conservação: os EPIs devem ser mantidos em local seco, ventilado e protegido de agentes agressivos.
ONDE DEVE OCORRER O BLOQUEIO E A SINALIZAÇÃO DAS ÁREAS DE TRABALHO EM ALTURA?
O bloqueio deve ser realizado em todas as zonas de risco, incluindo áreas superiores, inferiores e laterais, evitando a circulação de pessoas não envolvidas na atividade. É essencial instalar barreiras físicas, fitas de advertência e placas informativas para delimitar o espaço e prevenir quedas acidentais. A área deve ser isolada desde o início da preparação até o término da atividade.
A sinalização deve ser clara, bilíngue (português e árabe técnico) e resistente às condições ambientais do local. Quando a tarefa envolver estruturas metálicas, telhados ou torres, o isolamento visual e físico torna-se indispensável. Essa medida simples reduz drasticamente o risco de acidentes secundários e reforça o comprometimento com a segurança coletiva.
QUANDO O TRABALHO EM ALTURA DEVE SER SUSPENSO IMEDIATAMENTE?
A suspensão das atividades é obrigatória sempre que houver risco iminente ou perda de controle operacional:
• Condições climáticas adversas, como ventos fortes, chuvas intensas ou descargas elétricas;
• Falhas nos sistemas de ancoragem, cintos ou trava-quedas;
• Ausência de supervisão técnica ou desvio do procedimento estabelecido;
• Sinais de fadiga, tontura ou uso de medicamentos pelo trabalhador;
• Presença de risco não previsto na análise de risco (AR).
Essas ações preventivas evitam que uma falha momentânea evolua para um acidente grave.
POR QUE A COMUNICAÇÃO É CONSIDERADA UM FATOR CRÍTICO PARA A SEGURANÇA EM ALTURA?
A comunicação eficiente é a base da coordenação entre trabalhadores e supervisores, especialmente em atividades de risco elevado. A ausência de entendimento ou o uso de termos incorretos pode gerar interpretações erradas e decisões perigosas. Quando o treinamento é realizado em idioma técnico árabe, o vocabulário de segurança precisa ser padronizado, garantindo que todos compreendam as instruções com precisão.
Além do aspecto linguístico, a comunicação deve ser estruturada por meio de protocolos de confirmação verbal e visual, assegurando que cada ordem, alerta ou comando seja validado antes da execução. Essa prática, comum em operações críticas, reduz drasticamente falhas humanas e cria um ambiente de trabalho onde a confiança e a atenção compartilhada são tão importantes quanto os próprios equipamentos de proteção.