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Curso Solda MIG/MAG

DESCRIÇÃO TÉCNICA: CURSO CAPACITAÇÃO SEGURANÇA NAS OPERAÇÕES COM SOLDA MIG/MAG

  • Validade: Anual
  • 16h
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SAIBA MAIS SOBRE O CURSO

DESCRIÇÃO TÉCNICA: CURSO CAPACITAÇÃO SEGURANÇA NAS OPERAÇÕES COM SOLDA MIG/MAG

Treinamento Profissionalizante Noções Básicas - Referência:1839

Aplicamos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar.

QUAL OBJETIVO DO CURSO SOLDA MIG/MAG?

O Curso Solda MIG/MAG tem como objetivo capacitar profissionais para compreender e aplicar medidas preventivas em todas as etapas do processo de soldagem, assegurando a integridade física, a preservação do ambiente de trabalho e o cumprimento das normas regulamentadoras. O participante desenvolverá uma visão crítica sobre os riscos associados ao uso de gases de proteção, arames, fontes de energia e condições ambientais, compreendendo como cada variável influencia diretamente a segurança operacional e a qualidade do cordão de solda.

Além disso, o curso visa fortalecer a cultura de segurança industrial por meio da aplicação consciente dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e da identificação dos perigos potenciais inerentes às operações de soldagem. O foco é preparar o profissional para atuar com responsabilidade técnica, reconhecendo a importância da proteção respiratória, visual e corporal, bem como da ventilação adequada e da sinalização do ambiente.

 

QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS RISCOS ASSOCIADOS AO PROCESSO DE SOLDAGEM MIG/MAG E COMO PREVENI-LOS?

O processo de soldagem MIG/MAG envolve riscos elétricos, térmicos, químicos e ergonômicos. O arco elétrico gera temperaturas elevadas e radiações ultravioletas capazes de causar queimaduras graves e lesões oculares. Além disso, a inalação de fumos metálicos e gases tóxicos representa perigo direto à saúde respiratória.
A prevenção se dá pela aplicação rigorosa das normas corretas, com foco no uso correto dos EPIs (máscaras com filtro adequado, aventais de raspa, luvas e protetores faciais) e na instalação de sistemas de ventilação e exaustão local. Treinar o trabalhador para reconhecer sinais de superaquecimento, falhas na isolação e vazamento de gases é fundamental para eliminar causas de acidentes antes que se manifestem.

QUAIS DEFEITOS DE SOLDA MAIS COMPROMETEM A INTEGRIDADE ESTRUTURAL E COMO IDENTIFICÁ-LOS?

Antes de abordar os tipos de defeitos, é importante compreender que a termodinâmica do arco e o controle inadequado dos parâmetros de soldagem são as principais causas de falhas. Entre os defeitos mais críticos estão:

• Porosidade: causada pela contaminação gasosa durante o processo;
• Trincas e fissuras: resultantes de tensões térmicas e resfriamento irregular;
• Falta de fusão e mordeduras: indicam parâmetros incorretos de corrente ou velocidade;
• Excesso de respingo: mostra desequilíbrio na mistura de gás e na polaridade.

Cada defeito pode ser identificado por inspeção visual e termográfica, correlacionando as anomalias com registros operacionais e condições do equipamento. A análise sistemática evita retrabalhos e previne colapsos estruturais em componentes críticos.

COMO A ESCOLHA CORRETA DO GÁS DE PROTEÇÃO INFLUENCIA A SEGURANÇA E A QUALIDADE DA SOLDAGEM MIG/MAG?

A escolha adequada do gás de proteção é determinante tanto para a segurança do operador quanto para a qualidade do cordão de solda. Gases inertes, como argônio e hélio, garantem estabilidade do arco e reduzem a oxidação do metal fundido, enquanto gases ativos, como dióxido de carbono e oxigênio, podem gerar respingos e aumentar o risco de queimaduras ou falhas estruturais quando mal dosados.

Do ponto de vista da segurança, é essencial compreender as propriedades físico-químicas de cada gás e suas interações com o ambiente. O armazenamento incorreto pode levar à pressurização excessiva, vazamentos ou atmosferas asfixiantes. Por isso, a conformidade com a NBR 16064 (Sistemas de Abastecimento de Gases Industriais) e inspeções periódicas de cilindros são indispensáveis.

QUAIS MEDIDAS DEVEM SER ADOTADAS PARA GARANTIR A SEGURANÇA EM AMBIENTES ONDE OCORREM SOLDAGENS MIG/MAG?

O ambiente de soldagem deve ser controlado e sinalizado, considerando fatores como ventilação, temperatura e distância mínima entre operadores. As principais medidas incluem:

• Instalação de exaustores locais e filtros de ar para remover fumos metálicos;
• Uso de cortinas anti-UV e barreiras térmicas para isolar a área;
• Verificação periódica das instalações elétricas e aterramento;
• Armazenamento correto de cilindros de gases, conforme NBR 12235;
• Capacitação contínua sobre primeiros socorros e procedimentos de emergência.

Cada medida tem impacto direto sobre a redução de acidentes e doenças ocupacionais. A integração entre gestão de segurança, manutenção preventiva e cultura organizacional é o que garante um ambiente de soldagem verdadeiramente seguro e produtivo.

  

POR QUE O USO CORRETO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPIS) É CRÍTICO NAS OPERAÇÕES COM SOLDA MIG/MAG?

O uso adequado dos EPIs é o que separa uma operação segura de uma potencial catástrofe. A exposição direta à luz intensa do arco elétrico pode causar a chamada “cegueira do soldador”, e o contato da pele com respingos metálicos superaquecidos pode gerar queimaduras profundas. O EPI correto protege o trabalhador dessas ameaças.
Além da proteção física, o EPI é um elemento de conformidade legal previsto na NR-06, que obriga o empregador a fornecer, e o trabalhador a utilizar, equipamentos adequados à atividade. A não utilização implica responsabilidade técnica e jurídica, podendo gerar autuações, suspensão de atividades e responsabilização por acidentes.

Critérios para Emissão de Certificados: Saiba Mais!
Atenção: O treinamento é Noções Básicas de Aperfeiçoamento Livre. *Não é substituto de formação acadêmica ou ensino técnico.

Normas e Regulamentos

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CONTEÚDO PROGRAMÁTICO NORMATIVO

DESCRIÇÃO TÉCNICA: CURSO CAPACITAÇÃO SEGURANÇA NAS OPERAÇÕES COM SOLDA MIG/MAG

CAPÍTULO 1 – Fundamentos de Segurança em Processos de Soldagem MIG/MAG (4h)
Introdução à soldagem MIG (Metal Inert Gas) e MAG (Metal Active Gas);
Princípios de funcionamento e diferenças entre os processos;
Identificação dos principais riscos físicos, químicos e ergonômicos;
Reconhecimento de atmosferas perigosas e medidas preventivas;
Análise dos fatores que influenciam o arco elétrico e a formação da poça de fusão;

 CAPÍTULO 2 – Proteções Individuais e Coletivas na Soldagem (4h)
Equipamentos de Proteção Individual (EPI): tipos, uso e manutenção;
Proteção corporal e vestimentas específicas para soldagem;
Proteção visual e facial: lentes, filtros e máscaras de escurecimento automático;
Proteção respiratória: escolha de respiradores conforme o tipo de gás e fumos metálicos;
Proteção contra respingos, faíscas e radiações UV/IR;
Proteções coletivas: cortinas, exaustores e sistemas de ventilação local exaustora;
A importância da ergonomia e do posicionamento do operador durante a soldagem.

CAPÍTULO 3 – Gases de Proteção e Parâmetros de Soldagem (4h)
Tipos de gases: inertes (argônio, hélio) e ativos (CO2, misturas com oxigênio);
Função dos gases na estabilidade do arco e na qualidade do cordão de solda;
Seleção do gás conforme o material base e o arame de solda;
Efeitos da composição gasosa sobre a penetração, porosidade e respingos;
Tipos de transferência metálica: acréscimo globular, spray e curto-circuito;
Influência da fonte de energia, polaridade e regulagem de corrente;
Controle de atmosferas de soldagem em espaços confinados e ventilação adequada.

 CAPÍTULO 4 – Materiais, Defeitos e Procedimentos de Segurança Operacional (4h)
Arames de solda: classificação, armazenamento e inspeção visual;
Materiais ferrosos e não-ferrosos utilizados em processos MIG/MAG;
Identificação e prevenção de defeitos típicos: porosidade, trincas, falta de fusão, mordeduras;
Parâmetros de correção e ações preventivas;
Soldagem em planos horizontais, verticais e sobre-cabeça – riscos e exigências de controle;
Procedimentos de segurança durante montagem, operação e desligamento do equipamento;
Inspeção visual de cordões e verificação de conformidade com normas técnicas.

Política de Uso de Conteúdo Técnico com Exemplos Numéricos:
Os capítulos que abordam fórmulas, cálculos ou simulações numéricas são oferecidos unicamente como recurso didático complementar, com propósito explicativo e sem valor de capacitação técnica profissional.
De acordo com as normativas do Ministério da Educação (MEC) para cursos livres e informativos, e conforme as competências regulamentadas pelos conselhos CONFEA/CREA e CFT/CRT,– ART ou TRT restrita a cursos de nível técnico e superior pelo MEC. Este curso não inclui aulas práticas de cálculo, nem autoriza validação técnica por meio de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) ou TRT (Termo de Responsabilidade Técnica).
Frisamos que qualquer exemplo envolvendo cálculo não substitui formação acadêmica reconhecida pelo MEC e não pode ser utilizado como comprovação de qualificação legal para fins de responsabilidade técnica, elaboração de projetos ou execução de serviços que exijam registro profissional.

OBSERVAÇÕES

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O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Nossos Cursos Incluem:  Projeto Pedagógico, Plataforma Monitorada com Controle de Acessos e 04 Responsáveis Técnicos PLH.

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