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Curso Resgatista Coordenador Mandarim | 30171257

O Curso Resgatista Coordenador Mandarim tem como objetivo abordar junto aos profissionais que iram atuar como coordenador de equipes de resgate em situações... Saiba Mais!

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CURSO RESGATISTA COORDENADOR MANDARIM

Nome Técnico: Curso Capacitação Noções Básicas Nível Resgatista Coordenador em Altura e Espaço Confinado Ministrado em Mandarim - Nível Intermediário NBR 16710-1. 

 
Como é o Curso Resgatista Coordenador Mandarim?
O Curso Resgatista Coordenador Mandarim tem como objetivo abordar junto aos profissionais que iram atuar como coordenador de equipes de resgate em situações de emergência, seguindo as normas estabelecidas pela NBR 16710. Serão abordados temas como gestão de equipes, planejamento e organização de operações de resgate, além de técnicas de salvamento em altura e espaço confinado, entre outros.

Quais são as principais habilidades que um Coordenador de Resgate deve ter?
Um coordenador de resgate deve possuir diversas habilidades para liderar e coordenar uma equipe em situações de emergência. Algumas das principais habilidades incluem:
Conhecimento técnico em salvamento e resgate;
Capacidade de tomar decisões rápidas e precisas;
Habilidade de comunicação clara e eficaz;
Bom gerenciamento de tempo e recursos;
Habilidade para trabalhar sob pressão e em situações de alto estresse;
Capacidade de liderança e trabalho em equipe;
Conhecimento em primeiros socorros e atendimento pré-hospitalar.

Critérios para Emissão de Certificados: Saiba Mais!


ATENÇÃO:O Treinamento é Noções Básicas de Aperfeiçoamento Livre. *Não é substituto de formação acadêmica ou ensino técnico.
Conteúdo Programático Normativo
Normas Regulamentadoras Oficiais e Normas Brasileiras aplicáveis;
Princípios de segurança de uma operação de resgate;
Identificação dos riscos associados a uma operação de resgate;
Avaliação de risco x benefício em uma operação de resgate;
Alaboração de pré-planos de resgate em altura e/ou em espaço confinado;
Protocolos operacionais padronizados;
Organização de equipes de resgate;
Atribuindo funções e responsabilidades para os componentes;
Noções gerais sobre sistema de comando de incidentes;
Conhecimentos gerais sobre o uso de um plano de comunicações para operações de resgates, bem como utilização de diversos meios de comunicação e emprego de terminologia empregada como linguagem-padrão para emergências;
Certificação dos equipamentos e sistemas de resgate;
Seleção e uso correto dos seguintes equipamentos pessoais de resgate:
Cinto paraquedista;
Eslingas ou talabartes;
Conectores; Capacete; Luvas;
Descensor; Ascensores;
Trava-quedas; 
Estribo;
Instalação e operação de sistemas de resgate ou de evacuação de pré-engenharia;
Seleção e uso correto dos seguintes equipamentos coletivos de resgate:
Cordas; Eslingas; Anel;
Fitas ou contas de ancoragem; 
Conectores; Polias;
Bloqueadores, Macas; 
Tripé; Descensores; Ascensores;
Montagem dos principais nós de encordamento utilizados em resgates (blocantes, de arremate, de emenda, de ancoragem e asseguradores);
Montagem de ancoragens simples, semiequalizadas, equalizadas, fracionamentos e desvios com nós de encordamento;
Efeito dos ângulos formados pelas ancoragens na distribuição de cargas;
Montagem e operação de sistemas de vantagem mecânica simples, compostos e combinados (bloco);
Limites de desempenho dos equipamentos de progressão em corda utilizados em resgates de vítimas;
Inspeções de pré-uso e periódicas dos equipamentos individuais e coletivos de resgate utilizados;
Identificação das condições de prontidão operacional ou de danos, defeitos e desgastes para recusa dos equipamentos que tenham sido reprovados conforme orientação dos fabricantes;
Métodos de manutenção, limpeza. acondicionamento e transporte dos equipamentos de resgate;
Conceituação da força de choque gerada pela retenção de uma queda de altura;
Conceituação de fator de queda;
Como se desenvolve o trauma de suspensão inerte e suas principais medidas terapêuticas;
Utilização dos meios de comunicação disponíveis, bem como emprego de terminologia utilizada como linguagem-padrão para emergências;
Utilização e instalação dos dispositivos de ancoragens têxteis ou metálicos do tipo móveis, com ou sem elementos de fixação mecânicos ou químicos;
Conceituação das técnicas de progressão vertical por corda para resgates;
Execução de técnicas de progressão por corda em resgates para ascensão, descensão, pas-sagem de fracionamentos, desvios e de nós;
Execução de técnicas de descidas em cordas tencionadas;
Execução de técnicas de progressões em tirolesas horizontais e inclinadas;
Utilização de meios de fortuna aplicados às técnicas de resgate por corda;
Execução de técnicas de resgate com progressão por corda para descensão com vítimas, com passagem de fracionamentos. de desvios e de nós;
Execução de técnicas de resgate com progressão por corda para movimentação de vitima para baixo ou para cima; Execução de técnicas de resgate com progressão por corda para desbloqueio de vitimas suspensas em descensores, ascensores ou sistemas de proteção individual contra quedas;
Conhecer os diferentes tipos de macas de transporte vertical, bem como sua compatibilidade com o tipo de operação ou lesão da vítima;
Técnicas de imobilização de vitimas em macas, com ou sem emprego de imobilizadores de coluna ou de membros;
Técnicas de movimentação vertical de vitimas em altura ou em espaços confinados com emprego de sistemas de resgate e de evacuação de pré-engenharia ou sistemas de vantagem mecânica simples;
Montagem e operação de sistemas de movimentação vertical e horizontal de macas em cordas tencionadas (tirolesa) na horizontal, diagonal e cruzada;
Técnicas de movimentação básica de maca (vertical, horizonal e terrestre);
Fatores técnicos que afetem a eficiência de um resgate com corda e/ou em espaço confinado, (por exemplo: desempenho, velocidade, alcance. duração. condições climáticas, do ambinente dos espaços confinados, do resgatista etc.);
Técnicas de uso de equipamentos de proteção respiratória aplicados para resgate.
F: NBR 16710-1

Referências Normativas

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