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Curso Instalação Linha Ancoragem | 3047726

O Curso Como Fazer Instalação de Linha de Ancoragem visa capacitar o profissional responsável pela instalação do projeto de Linha de vida (Ancoragem), a seguir o projeto de dimensionamento de EPC’s – Equipamentos de Proteção Coletiva – contra queda, sistema de restrição de movimentação com o objetivo de eliminar o risco de queda ou minimizar as consequências caso a mesma ocorra.

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SAIBA MAIS SOBRE O CURSO

DESCRIÇÃO TÉCNICA: CURSO APERFEIÇOAMENTO COMO EXECUTAR INSTALAÇÃO DE LINHA DE ANCORAGEM - NBR 16325-2 PROTEÇÃO CONTRA QUEDAS DE ALTURA - PARTE 2: DISPOSITIVOS DE ANCORAGEM TIPO C

Treinamento Profissionalizante Noções Básicas - Referência: 3047726

Aplicamos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar 

QUAL OBJETIVO DO CURSO DE ANCORAGEM?

O objetivo do Curso de Ancoragem é capacitar o profissional para projetar, instalar, inspecionar e utilizar sistemas de ancoragem com segurança, precisão técnica e total conformidade com as normas aplicáveis. Durante a formação, o participante desenvolve competências práticas e teóricas para garantir a proteção efetiva contra quedas em atividades realizadas em altura ou em locais com risco de queda de nível.

Além da parte técnica, o curso foca na tomada de decisão segura, na avaliação crítica de estruturas para fixação, no correto uso de EPIs integrados ao sistema de ancoragem e na elaboração dos documentos obrigatórios, como ART, croqui de instalação e ficha de verificação.

O QUE É LINHA DE ANCORAGEM?

Linha de ancoragem é um dispositivo técnico que faz parte do Sistema de Proteção Contra Quedas (SPCQ), projetado para conectar o trabalhador ao ponto de ancoragem de forma contínua e segura durante a realização de atividades em altura. Ela limita a movimentação, detém a queda e reduz o impacto sobre o corpo e a estrutura onde está fixada.

Existem dois tipos principais:

Horizontal, usada em deslocamentos laterais (telhados, fachadas, estruturas metálicas);
Vertical, aplicada em acessos por escadas, torres ou silos.

PARA QUE SERVE O ABSORVEDOR DE ENERGIA ACOPLADO À LINHA DE ANCORAGEM?

O absorvedor de energia atua como elemento passivo de segurança, reduzindo o impacto que seria transmitido ao corpo humano durante a retenção de uma queda. Sem ele, o choque pode ultrapassar 6.000 N, o que compromete a integridade dos EPIs e da própria estrutura.

Além disso, o absorvedor:

Protege a coluna vertebral do trabalhador;
Evita ruptura da linha por excesso de carga;

QUANDO DEVE SER INSTALADA UMA LINHA DE ANCORAGEM EM UM AMBIENTE DE TRABALHO?

A linha de ancoragem deve ser instalada sempre que houver risco de queda de altura superior a 2 metros e não existir proteção coletiva eficaz. Situações como manutenção de fachadas, telhados, silos ou torres metálicas são exemplos clássicos.

Além disso, sua instalação deve preceder qualquer atividade onde se exija movimentação com uso de cinturões e talabartes.

COMO DEVE SER FEITA A INSTALAÇÃO TÉCNICA DE UMA LINHA DE ANCORAGEM TEMPORÁRIA?

A instalação temporária deve seguir as orientações do fabricante e estar embasada em um projeto técnico. Normalmente envolve o uso de cabos de aço galvanizados, fitas de poliéster de alta tenacidade ou trilhos rígidos, todos com sistema tensionador e absorvedor de energia.

Antes do uso, o sistema deve passar por:

Inspeção visual e tátil completa;
Verificação da tensão correta da linha;
Teste de fixação dos pontos terminais;
Liberação técnica com ART assinada e análise de risco associada.

ONDE A LINHA DE ANCORAGEM DEVE SER FIXADA PARA GARANTIR SEGURANÇA?

Ela deve ser fixada em estruturas com capacidade de carga conhecida e validada tecnicamente, como vigas metálicas, concreto armado ou colunas dimensionadas. O local deve suportar, no mínimo, 15 kN por ponto de ancoragem.

A fixação inadequada pode gerar falha no sistema em caso de queda. Por isso, deve-se priorizar pontos elevados, centralizados e que permitam liberdade de movimentação sem criar fator de queda crítico.

COMO O POSICIONAMENTO DA LINHA INFLUENCIA NO FATOR DE QUEDA?

O posicionamento define diretamente o fator de queda, que é a razão entre a altura da queda e o comprimento da linha entre o trabalhador e o ponto de ancoragem. Quanto mais acima da cabeça estiver a linha, menor será esse fator, o que reduz impacto e risco.

Um fator de queda elevado (igual ou maior que 2) pode gerar forças que rompem EPIs ou causam lesões internas. Por isso, o planejamento da instalação deve priorizar altura adequada e alinhamento com o eixo de movimentação do trabalhador.

Critérios para Emissão de Certificados: Saiba Mais!
Atenção: O treinamento é Noções Básicas de Aperfeiçoamento Livre. *Não é substituto de formação acadêmica ou ensino técnico.

Diferencial

Para Quem

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CONTEÚDO PROGRAMÁTICO NORMATIVO

DESCRIÇÃO TÉCNICA: CURSO APERFEIÇOAMENTO COMO EXECUTAR INSTALAÇÃO DE LINHA DE ANCORAGEM - NBR 16325-2 PROTEÇÃO CONTRA QUEDAS DE ALTURA - PARTE 2: DISPOSITIVOS DE ANCORAGEM TIPO C

Capítulo 1 – Fundamentos Técnicos e Legais da Ancoragem (6h)
Conceitos básicos de proteção contra quedas
Classificação dos sistemas de ancoragem (A, B, C, D e E)
Características técnicas do dispositivo de ancoragem tipo C
ART, responsabilidade civil, criminal e administrativa

Capítulo 2 – Interpretação Técnica da NBR 16325-2 (8h)
Estrutura da norma e conceitos fundamentais
Requisitos obrigatórios de resistência e deformação
Critérios de marcação, manual do fabricante e rastreabilidade
Ensaios dinâmicos, estáticos e verificação de conformidade
Condições de uso, restrições e riscos associados ao tipo C

Capítulo 3 – Engenharia da Instalação de Sistemas Tipo C (10h)
Dimensionamento de linha horizontal flexível
Especificações dos componentes: cabos, terminais, absorvedores
Análise de resistência da estrutura e cálculos de ancoragem
Critérios para posicionamento e redução do fator de queda
Prevenção de efeito pêndulo e zona livre de queda
Técnicas de montagem com passantes intermediários e cantos

Capítulo 4 – Procedimentos de Instalação, Análise de Risco e ART (6h)
Avaliação da estrutura de suporte
Análise de risco e plano de ação preventivo
Croqui técnico da instalação e memorial descritivo
Emissão de ART e documentação de conformidade
Comunicação de risco e briefing de equipe operacional

Capítulo 5 – Inspeção, Validação e Manutenção de Sistemas Tipo C (6h)
Procedimentos de inspeção técnica inicial e periódica
Checklists operacionais e técnicos obrigatórios
Identificação de falhas, desgastes e não conformidades
Plano de manutenção preventiva e protocolos de substituição
Critérios técnicos para descarte e reintegração dos componentes
Rastreabilidade, conformidade documental e plano de contingência

Capítulo 6 – Estudos de Caso, Diagnóstico de Falhas e Simulações Reais (4h)
Análise de casos reais de falhas em ancoragens mal dimensionadas
Diagnóstico técnico de projetos com não conformidades estruturais
Simulação de erros comuns de montagem e suas consequências práticas
Discussão técnica sobre relatórios de acidentes com sistemas tipo C
Interpretação crítica de croquis mal elaborados e ARTs inconsistentes
Proposição de soluções técnicas e plano de correção para cenários simulados

Política de Uso de Conteúdo Técnico com Exemplos Numéricos
Os capítulos que abordam fórmulas, cálculos ou simulações numéricas são oferecidos unicamente como recurso didático complementar, com propósito explicativo e sem valor de capacitação técnica profissional.
De acordo com as normativas do Ministério da Educação (MEC) para cursos livres e informativos, e conforme as competências regulamentadas pelos conselhos CONFEA/CREA e CFT/CRT,– ART ou TRT restrita a cursos de nível técnico e superior pelo MEC. Este curso não inclui aulas práticas de cálculo, nem autoriza validação técnica por meio de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) ou TRT (Termo de Responsabilidade Técnica).
Frisamos que qualquer exemplo envolvendo cálculo não substitui formação acadêmica reconhecida pelo MEC e não pode ser utilizado como comprovação de qualificação legal para fins de responsabilidade técnica, elaboração de projetos ou execução de serviços que exijam registro profissional.

OBSERVAÇÕES

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Consideramos importante ter a flexibilidade para modificar o Conteúdo Programático Normativo Geral de qualquer Curso, Treinamento, Relatório Técnico, Projetos e demais serviços, se considerado necessário. Essas alterações podem incluir: Atualizações, Adições ou Exclusões.
Nossa Equipe Pedagógica e Multidisciplinar tem o direito de fazer essas modificações. Este direito se estende a:
- Mudança dos itens do escopo normativo;
- Inserção de novas Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos;
- Exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos existentes.

Embora a atualização do Conteúdo Programático Normativo seja da nossa responsabilidade, esperamos que o contratante (seja este um indivíduo ou organização), cumpra todas as legislações pertinentes relacionadas. Portanto, os contratantes devem realizar as devidas aplicações e atendimentos conforme as leis e decretos aplicáveis.

NOTA: As Normas e Regulamentos, suas atualizações e substituições poderão sofrer alterações até a presente data.

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Nossos Cursos Incluem: Projeto Pedagógico, Plataforma Monitorada com Controle de Acessos e 04 Responsáveis Técnicos PLH.

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