SAIBA MAIS SOBRE O CURSO
DESCRIÇÃO TÉCNICA: CURSO APERFEIÇOAMENTO COMO ELABORAR PROJETO LINHA DE ANCORAGEM - SPCQ (SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA QUEDAS) - NÍVEL BÁSICO
Treinamento Profissionalizante Noções Básicas - Referência: 3056766
Aplicamos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar
QUAL OBJETIVO DO CURSO DE ANCORAGEM?
Objetivo do Curso de Projeto de Linha de Ancoragem – SPCQ (Sistema de Proteção Contra Quedas) é Capacitar profissionais para elaborar, dimensionar, instalar, validar e inspecionar linhas de ancoragem, respeitando critérios técnicos, estruturais e legais. O curso busca desenvolver domínio completo sobre os elementos que compõem o SPCQ, desde a análise da estrutura suporte até a emissão de documentos obrigatórios como ART, plano de manutenção preventiva.
Ao final do curso, o participante estará apto a:
Interpretar os requisitos técnicos e legais aplicáveis às linhas de vida;
Definir materiais, fixadores e componentes compatíveis com cada situação;
Elaborar documentação técnica completa (plantas, relatórios, checklists);
Garantir a integridade e rastreabilidade do sistema SPCQ ao longo do tempo.

O QUE É LINHA DE ANCORAGEM?
Linha de ancoragem é um dispositivo técnico que faz parte do Sistema de Proteção Contra Quedas (SPCQ), projetado para conectar o trabalhador ao ponto de ancoragem de forma contínua e segura durante a realização de atividades em altura. Ela limita a movimentação, detém a queda e reduz o impacto sobre o corpo e a estrutura onde está fixada.
Existem dois tipos principais:
Horizontal, usada em deslocamentos laterais (telhados, fachadas, estruturas metálicas);
Vertical, aplicada em acessos por escadas, torres ou silos.
COMO GARANTIR QUE A ESTRUTURA SUPORTE SEJA COMPATÍVEL COM A CARGA DE IMPACTO DA ANCORAGEM?
Antes de instalar qualquer sistema, é essencial realizar a avaliação da estrutura, ensaios (como ultrassom ou análise de tração) ou consulta ao projeto estrutural da edificação. A verificação deve incluir carga admissível por ancoragem, posição dos reforços internos e resistência à deformação local.
Se a estrutura não atender aos requisitos, é necessário aplicar reforços metálicos, chapas de ancoragem com dissipadores ou migração do ponto para outro local validado.

ONDE DEVEM SER FIXADOS OS PONTOS DE ANCORAGEM E COMO DEFINIR TECNICAMENTE ESSAS POSIÇÕES?
A escolha do ponto de fixação precisa considerar a resistência estrutural da superfície, a distância do bordo (queda pendular), a facilidade de acesso e a trajetória do trabalhador. Lajes, vigas, colunas e estruturas metálicas são candidatos ideais.
Critérios técnicos essenciais para escolha do ponto:
Capacidade mínima de resistência ≥ 15 kN (norma referência);
Distância segura de bordas para evitar alavancagem e tração lateral;
Evitar ancoragens em elementos frágeis ou sujeitos a corrosão, impacto ou flexão;
Compatibilidade com o sistema de absorção de energia utilizado no EPI.
QUAL A VIDA ÚTIL DE UMA LINHA DE ANCORAGEM E COMO DEVE SER FEITO O CONTROLE PÓS-INSTALAÇÃO?
A vida útil varia conforme o fabricante, mas deve ser monitorada continuamente por meio de inspeções visuais, revisões anuais e ensaios específicos em caso de dúvidas sobre integridade. Qualquer impacto, corrosão ou alteração na estrutura suporte exige reavaliação técnica imediata.
Além disso, deve-se manter um histórico de inspeções com fotos, datas e ASSINATURAS.
QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS RISCOS QUANDO NÃO HÁ PROJETO TÉCNICO PARA LINHA DE ANCORAGEM?
Sem projeto técnico, os riscos são múltiplos e letais: colapso da estrutura, queda pendular com trauma, excesso de carga no ponto de ancoragem, falha por vibração ou corrosão oculta e uso inadequado por falta de instrução.
Consequências:
Acidentes fatais por falsa segurança;
Multas e interdições por fiscalização do trabalho;
Impossibilidade de comprovar conformidade legal;
Responsabilização civil e criminal de gestores e executores.

COMO ESCOLHER ENTRE LINHA DE ANCORAGEM FLEXÍVEL OU RÍGIDA?
A escolha depende do tipo de atividade, do ambiente e da movimentação esperada. Linhas flexíveis (cabo de aço, corda ou fita) oferecem maior adaptabilidade, mas exigem tensionamento rigoroso e podem sofrer deslocamento em caso de queda. Já as rígidas (trilho metálico ou barra contínua) oferecem maior estabilidade e controle de trajetória, sendo ideais para ambientes industriais com movimentações lineares e repetitivas.
Critérios de escolha:
Flexível: manutenção simples, ideal para telhados e estruturas leves;
Rígida: maior controle do ponto de ancoragem, ideal para linhas verticais fixas;
Análise do risco de chicote e queda pendular influencia diretamente na decisão.
Critérios para Emissão de Certificados: Saiba Mais!
Atenção: O treinamento é Noções Básicas de Aperfeiçoamento Livre. *Não é substituto de formação acadêmica ou ensino técnico.