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Curso Resgatista Operacional | 30160622

O Curso de Resgatista Operacional é uma formação voltada para profissionais que atuam em situações de emergência e resgate. Ele aborda técnicas de salvamento terrestre, aquático e em altura, além de... Saiba Mais!

  • Validade: Bienal
  • 40 Horas
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Por Aluno/Grupo
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SAIBA MAIS SOBRE O CURSO

DESCRIÇÃO TÉCNICA: CURSO APERFEIÇOAMENTO NOÇÕES BÁSICAS NÍVEL RESGATISTA OPERACIONAL EM ALTURA E ESPAÇO CONFINADO - NÍVEL INTERMEDIÁRIO NBR 16710-1

Treinamento Profissionalizante Noções Básicas - Referência: 30160622

Aplicamos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar 

QUAL OBJETIVO DO CURSO REGATISTA OPERACIONAL?

O objetivo do Curso de Resgatista Operacional é capacitar o profissional para atuar com excelência em operações de resgate técnico especializado, em ambientes de alto risco, como altura, espaços confinados, estruturas colapsadas, áreas com agentes químicos, meios aquáticos e cenários de difícil acesso.

O curso desenvolve competências práticas e estratégicas, incluindo leitura de cenários críticos, montagem de sistemas de ancoragem, extração de vítimas, autorresgate e gestão de emergências complexas.

QUAIS SÃO OS EQUIPAMENTOS FUNDAMENTAIS UTILIZADOS EM OPERAÇÕES DE RESGATE?

Equipamentos de acesso e progressão vertical: cordas estáticas com certificação internacional, descensores autoblocantes, ascensores, fitas tubulares, conectores classe B.
Sistemas de ancoragem e multiplicação de força: placas de ancoragem, polias de dupla roldana, bloqueadores, freios reguláveis e backup dinâmico.
Equipamentos para vítimas: cestos rígidos ou macas envelope, colares cervicais, oxímetros portáteis, máscara de resgate, sistema de tração por haul.
Equipamentos de proteção: capacetes com absorção de impacto, roupas antichamas, lanternas com certificação Ex, luvas de aderência e calçados antiderrapantes.
Dispositivos de monitoramento ambiental: medidores de oxigênio, gás inflamável, CO2, H2S e temperatura.

COMO UM RESGATISTA OPERACIONAL PLANEJA UMA AÇÃO SEGURA E EFICAZ?

A ação começa com a leitura do ambiente, identificação de riscos, definição das rotas de acesso e evacuação, análise de estabilidade estrutural e avaliação da condição da vítima. Isso se dá por meio de protocolos técnicos, checklists e simulações.

Além disso, o planejamento exige articulação com equipes multidisciplinares (bombeiros, engenheiros, médicos, segurança do trabalho), uso de comunicação eficaz e emprego de equipamentos certificados, todos inspecionados previamente.

QUAIS SÃO AS ÁREAS DE ATUAÇÃO MAIS COMUNS DO RESGATISTA OPERACIONAL?

Altura: torres de energia, fachadas, antenas, galpões industriais, estruturas metálicas.
Espaços Confinados: tanques, silos, galerias, tubulações, subsolos, caixas d’água.
Ambientes industriais de risco: refinarias, plataformas offshore, zonas de carga e descarga.
Cenários de colapso ou deslizamento: obras de engenharia civil, encostas, áreas atingidas por desastre natural.
Ambientes com agentes químicos ou biológicos: ETAs, ETEs, câmaras frias, unidades de produção farmacêutica.

QUAL A DIFERENÇA ENTRE RESGATISTA OPERACIONAL E BOMBEIRO CIVIL?

Embora ambos atuem em emergências, o Resgatista Operacional tem ênfase técnica em operações de salvamento especializado, com domínio de técnicas verticais, extração em espaços confinados, manobras com vítimas múltiplas e cenários com riscos combinados.

O Bombeiro Civil tem atuação mais ampla na prevenção e combate a incêndios, primeiros socorros e resposta a emergências em geral. Já o Resgatista se aprofunda em intervenções táticas que exigem precisão, ancoragem, sistemas de polias, leitura estrutural e autorresgate.

QUAIS COMPETÊNCIAS SÃO EXIGIDAS DE UM RESGATISTA OPERACIONAL COMPLETO?

Capacitação técnica avançada: Domínio de técnicas de acesso por corda, sistemas de polias, nós técnicos, resgate de vítimas suspensas, autorresgate e içamento controlado.
Condicionamento físico e psicológico: Alta resistência a estresse, fadiga, calor, confinamento e pressão de decisão em tempo real.
Capacidade de leitura dinâmica de risco: Identificar e reagir rapidamente a alterações no ambiente, como instabilidade estrutural ou mudanças atmosféricas.
Comunicação operacional de alto nível: Utilizar sinais, rádios ou linguagem técnica clara mesmo em situações de ruído extremo ou baixa visibilidade.
Atitude proativa e controle emocional: Atuar com precisão mesmo sob risco real à própria vida, mantendo o foco no protocolo e na segurança coletiva.

PARA QUE SERVE O CONHECIMENTO EM ANCORAGEM E SISTEMAS DE REDUÇÃO DE FORÇA EM RESGATES?

Serve para garantir a segurança do próprio resgatista e da vítima durante operações verticais ou suspensas, evitando sobrecarga nos pontos de fixação e nos equipamentos de suporte à vida.

Além disso, esse conhecimento permite adaptar sistemas a diferentes superfícies e estruturas (vigas metálicas, torres, silos, escadas), assegurando fluidez nas manobras e evitando colapsos ou quedas secundárias.

Critérios para Emissão de Certificados: Saiba Mais!
Atenção: O treinamento é Noções Básicas de Aperfeiçoamento Livre. *Não é substituto de formação acadêmica ou ensino técnico.

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:

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CONTEÚDO PROGRAMÁTICO NORMATIVO

DESCRIÇÃO TÉCNICA: CURSO APERFEIÇOAMENTO NOÇÕES BÁSICAS NÍVEL RESGATISTA OPERACIONAL EM ALTURA E ESPAÇO CONFINADO - NÍVEL INTERMEDIÁRIO NBR 16710-1

Capítulo 1 – Fundamentos do Resgate Técnico e Aspectos Normativos (4h)
Definição e atribuições do Resgatista Operacional conforme NBR 16710-1
Níveis de formação e responsabilidades (básico, intermediário e avançado)
Interface com NR 33 (Espaço Confinado), NR 35 (Trabalho em Altura), NR 6 e NR 1
Princípios de resposta a emergências técnicas e resgate com segurança jurídica
Tipos de resgates: individual, assistido e em equipe – quando aplicar cada um

Capítulo 2 – Análise de Risco e Planejamento da Operação de Resgate (4h)
Leitura situacional: perigos iminentes e avaliação de estabilidade do ambiente
Elaboração do plano de resgate: comunicação, zonas de segurança e plano B
Análise preliminar de risco (APR) e cenários de falha crítica
Condições ambientais e atmosféricas: influência direta na escolha de equipamentos
Estratégias de evacuação, zonas quentes, mornas e frias

Capítulo 3 – Técnicas de Resgate em Altura (8h)
Princípios físicos aplicados à movimentação vertical
Montagem de sistema de ancoragem e redundância
Técnicas de progressão vertical: subida, descida e auto resgate
Resgate de vítimas suspensas: uso de polias, hauling system, manobras com cordas
Resgate com cesto ou maca rígida suspensa
Prática de resgate com simulações em estruturas reais (torres, fachadas, andaimes)

Capítulo 4 – Técnicas de Resgate em Espaços Confinados (8h)
Classificação de espaços confinados: acesso horizontal, vertical, restrito
Riscos atmosféricos: gases tóxicos, inflamáveis e deficiência de O2
Equipamentos de resgate: tripé, guincho, cadeiras de resgate, sistema de roldanas
Estratégias de entrada e saída: entrada assistida, extração por cabo ou maca
Controle de atmosfera com medidores portáteis e ventilação forçada
Simulação de resgate com vítima inconsciente e sem acesso visível

Capítulo 5 – Equipamentos de Proteção, Inspeção e Uso Técnico (6h)
EPIs para resgate em altura e confinamento: especificações e certificações
EPCs utilizados em ancoragem, contenção e sinalização
Checklists de verificação funcional e validade dos equipamentos
Técnicas de montagem e desmontagem segura de sistemas
Análise de falhas por desgaste, mau uso e armazenagem incorreta
Gestão de inventário técnico de resgate

Capítulo 6 – Primeiros Socorros Táticos no Resgate Técnico (4h)
Avaliação primária e secundária da vítima em ambiente de risco
Manobras de imobilização, rolamento e posicionamento para extração
Controle de hemorragias, contenção de fraturas e suporte respiratório básico
Técnicas de movimentação sem agravar lesões pré-existentes
Procedimentos pós-resgate: comunicação com SAMU, brigada ou bombeiros

Capítulo 7 – Comunicação Operacional e Coordenação de Equipe (3h)
Comunicação tática em ambientes ruidosos ou de baixa visibilidade
Linguagem técnica, sinais manuais, códigos visuais e rádios de curto alcance
Distribuição de funções: resgatista principal, segurança de corda, apoio e monitor
Ações coordenadas para resgate de múltiplas vítimas
Responsabilidade da liderança durante uma emergência crítica

Capítulo 8 – Simulados Operacionais Integrados (3h)
Execução de cenários integrados com altura e confinamento simultâneos
Tomada de decisão sob pressão e priorização de vítimas
Avaliação técnica e comportamental durante a simulação
Feedback com correções táticas e reforço dos pontos críticos
Registro documental de desempenho e encerramento com ART (se aplicável)

Política de Uso de Conteúdo Técnico com Exemplos Numéricos
Os capítulos que abordam fórmulas, cálculos ou simulações numéricas são oferecidos unicamente como recurso didático complementar, com propósito explicativo e sem valor de capacitação técnica profissional.
De acordo com as normativas do Ministério da Educação (MEC) para cursos livres e informativos, e conforme as competências regulamentadas pelos conselhos CONFEA/CREA e CFT/CRT,– ART ou TRT restrita a cursos de nível técnico e superior pelo MEC. Este curso não inclui aulas práticas de cálculo, nem autoriza validação técnica por meio de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) ou TRT (Termo de Responsabilidade Técnica).
Frisamos que qualquer exemplo envolvendo cálculo não substitui formação acadêmica reconhecida pelo MEC e não pode ser utilizado como comprovação de qualificação legal para fins de responsabilidade técnica, elaboração de projetos ou execução de serviços que exijam registro profissional.

OBSERVAÇÕES

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Consideramos importante ter a flexibilidade para modificar o Conteúdo Programático Normativo Geral de qualquer Curso, Treinamento, Relatório Técnico, Projetos e demais serviços, se considerado necessário. Essas alterações podem incluir: Atualizações, Adições ou Exclusões.
Nossa Equipe Pedagógica e Multidisciplinar tem o direito de fazer essas modificações. Este direito se estende a:
- Mudança dos itens do escopo normativo;
- Inserção de novas Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos;
- Exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos existentes.

Embora a atualização do Conteúdo Programático Normativo seja da nossa responsabilidade, esperamos que o contratante (seja este um indivíduo ou organização), cumpra todas as legislações pertinentes relacionadas. Portanto, os contratantes devem realizar as devidas aplicações e atendimentos conforme as leis e decretos aplicáveis.

NOTA: As Normas e Regulamentos, suas atualizações e substituições poderão sofrer alterações até a presente data.

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Nossos Cursos Incluem: Projeto Pedagógico, Plataforma Monitorada com Controle de Acessos e 04 Responsáveis Técnicos PLH.

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