SAIBA MAIS SOBRE O CURSO
DESCRIÇÃO TÉCNICA: CURSO APERFEIÇOAMENTO ARMAZENAMENTO LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS
Treinamento Profissionalizante Noções Básicas - Referência: 159060
Aplicamos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar
QUAL OBJETIVO DO CURSO ARMAZENAMENTOS LÍQUIDOS INFLÁMAVEIS?
O curso tem como objetivo capacitar profissionais para projetar, operar e supervisionar o armazenamento de líquidos inflamáveis de forma técnica, segura e normativamente correta. O foco está na aplicação de normas preparando o participante para a emissão de ART, identificação de não conformidades e mitigação de riscos operacionais e ambientais.
A formação eleva o profissional à condição de referência técnica dentro da organização, sendo capaz de auditar sistemas de armazenamento, responder tecnicamente a fiscalizações e evitar que a operação se transforme em um passivo invisível e explosivo.

O QUE DEFINE TECNICAMENTE UM LÍQUIDO COMO INFLAMÁVEL?
Um líquido é classificado como inflamável quando seu ponto de fulgor é inferior a 60°C, conforme definições da ABNT NBR 17505 e da NFPA 30. O ponto de fulgor indica a temperatura mínima em que o líquido libera vapores suficientes para formar uma mistura inflamável com o ar.
Essa classificação não é apenas química: é um divisor de responsabilidade legal. A partir dela, aplica-se todo um conjunto de requisitos técnicos de armazenamento, sinalização, ventilação, contenção e licenciamento ambiental.
Quais tipos de líquidos inflamáveis?
A classificação técnica dos líquidos inflamáveis se baseia no ponto de fulgor e ponto de ebulição. A NFPA 30 e a NBR 17505 definem três categorias principais:
Classe I-A – Ponto de fulgor < 22,8°C / Ponto de ebulição < 37,8°C (Ex: Éter etílico)
Classe I-B – Ponto de fulgor < 22,8°C / Ponto de ebulição ≥ 37,8°C (Ex: Gasolina)
Classe I-C – Ponto de fulgor entre 22,8°C e 37,8°C (Ex: Acetona)
Essa classificação afeta diretamente os critérios de ventilação, contenção, sinalização e distâncias mínimas.
Por que armazenar inflamáveis requer segregação física?
Porque diferentes líquidos inflamáveis podem gerar reações adversas ou aumentar o potencial de ignição quando armazenados de forma incorreta. A segregação física impede que substâncias incompatíveis compartilhem o mesmo ambiente.
Finalidades da segregação física:
Impedir reações cruzadas entre produtos incompatíveis
Facilitar a contenção em caso de vazamento ou incêndio
Atender exigências da NBR 17505, que exige áreas separadas por classe de risco e compatibilidade química
Ignorar essa prática é transferir o risco da engenharia para o acaso.
Qual é o erro mais comum no armazenamento de inflamáveis?
É tratar o armazenamento como simples “guardar produto”. Muitos ignoram limites de volume, ventilação mínima, sinalização obrigatória e ausência de inspeções regulares.
Esse erro transforma uma edificação em uma bomba legalizada. Sem laudo técnico e ART, a empresa assume o risco integral, técnico, ambiental, jurídico e moral.
Qual a diferença entre contenção primária e secundária?
Contenção primária: o próprio tanque, tambor ou recipiente que armazena o líquido inflamável.
Contenção secundária: estrutura adicional que contém eventuais vazamentos ou falhas do sistema primário (ex: bacias, diques, valas).
A NBR 17505 exige ambas em diversas configurações. Ignorar a contenção secundária é tratar o vazamento como hipótese improvável e não como certeza estatística.
Como os compostos orgânicos voláteis impactam o meio ambiente?
Os COVs (compostos orgânicos voláteis), liberados por líquidos inflamáveis, reagem com o oxigênio e contribuem para a formação de ozônio troposférico e material particulado. Isso agrava doenças respiratórias e polui o ar.
Além do dano ambiental, os COVs colocam empresas sob risco de autuação, exigência de compensações ambientais e bloqueios de licenças operacionais. Emissão invisível, impacto devastador.

Você confiaria seu negócio a um sistema de armazenamento sem inspeção?
Muitos confiam até o dia em que o alvará é cassado, o fiscal bate na porta ou uma explosão ocorre. Um sistema sem inspeção é como um avião sem revisão técnica: ele até voa, mas um dia, cai.
A inspeção técnica periódica com emissão de ART é a única forma de garantir que o armazenamento cumpre os critérios da NR 20, ISO 45001 e NBR 17505. Confiar no achismo é ignorar o que a técnica já validou.
Critérios para Emissão de Certificados: Saiba Mais!
Atenção: O treinamento é Noções Básicas de Aperfeiçoamento Livre. *Não é substituto de formação acadêmica ou ensino técnico.