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Curso Como Instalar Hidrantes | Presencial | EAD | Ao vivo | 259

O Curso visa fornecer conhecimento necessário para instalação dos sistemas de hidrantes e de mangotinhos para combate a incêndio, incluindo-se o dimensionamento dos sistemas e a correta interpretação das normas relacionadas.

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CURSO COMO INSTALAR HIDRANTES

DESCRIÇÃO TÉCNICA: CURSO APERFEIÇOAMENTO COMO EXECUTAR INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO DE HIDRANTES

Treinamento Profissionalizante Noções Básicas - Referência: 259

Aplicamos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar.

QUAL O OBJETIVO DO CURSO DE INSTALAÇÃO DE HIDRANTES?

O objetivo principal do curso é qualificar profissionais para executar a instalação e manutenção de sistemas de hidrantes com excelência técnica e normativa. A formação capacita o aluno a realizar cada etapa do processo, desde a montagem da tubulação até os testes de pressão e vazão, em estrita conformidade com a ABNT NBR 13714 e as instruções técnicas do Corpo de Bombeiros. O foco é garantir a total operacionalidade e confiabilidade do sistema, assegurando uma resposta rápida e eficaz em situações de emergência para o combate a incêndios.
Adicionalmente, o curso de aperfeiçoamento aprofunda as competências em manutenção preventiva e corretiva. O profissional aprenderá a diagnosticar falhas, como vazamentos e baixa pressão, e a executar reparos de forma segura, seguindo os procedimentos de inspeção periódica. Isso inclui a repintura, a lubrificação de componentes e a correta organização dos abrigos de mangueiras e acessórios. O resultado é um profissional capaz de garantir a longevidade e o desempenho máximo do sistema de hidrantes, assegurando a proteção contínua de vidas e do patrimônio.

POR QUE O TESTE DE ESTANQUEIDADE (HIDROSTÁTICO) É UMA ETAPA CRÍTICA NA INSTALAÇÃO DE UM SISTEMA DE HIDRANTES?

O teste de estanqueidade é fundamental para validar a integridade e a segurança da tubulação recém-instalada. Conforme a ABNT NBR 13714, o sistema deve ser submetido a uma pressão hidrostática superior à sua pressão de trabalho para verificar a existência de vazamentos nas juntas, conexões e tubos. Esta etapa assegura que a rede não perderá pressão e não falhará estruturalmente quando for acionada em uma emergência. A aprovação neste teste é a garantia de que a instalação foi executada com a qualidade técnica necessária para suportar as condições severas de um combate a incêndio.
Uma falha em realizar este teste corretamente pode ter consequências catastróficas. Vazamentos não detectados comprometem a pressão e a vazão de água disponíveis para o combate ao fogo, tornando o sistema ineficaz. Além disso, um vazamento oculto pode causar danos estruturais à edificação ao longo do tempo. Portanto, o teste hidrostático não é uma mera formalidade, mas sim um procedimento de controle de qualidade indispensável que certifica a confiabilidade e a prontidão do sistema de hidrantes para proteger vidas e o patrimônio, sendo um requisito para a aprovação pelo Corpo de Bombeiros.

QUAL A IMPORTÂNCIA DO "HIDRANTE DE RECALQUE" E COMO ELE INFLUENCIA O PROJETO DO SISTEMA?

O hidrante de recalque, também conhecido como hidrante de passeio, é o dispositivo que permite ao Corpo de Bombeiros pressurizar e abastecer a rede de hidrantes da edificação com água de suas viaturas. Sua função é vital em situações onde o reservatório de água do edifício se esgota ou a bomba de incêndio falha. Ele atua como um ponto de conexão externo, garantindo a continuidade do combate ao fogo. O correto dimensionamento e posicionamento deste hidrante, em local de fácil acesso para as viaturas, são definidos em norma e cruciais para a eficácia da resposta a emergências.
No projeto, o hidrante de recalque influencia diretamente o traçado da tubulação e a seleção de seus componentes, como a válvula de retenção que impede o retorno da água. A sua localização deve ser estratégica, visível e devidamente sinalizada. A ausência ou o mau funcionamento deste dispositivo pode isolar o sistema interno do prédio, tornando-o inoperante para a equipe externa de bombeiros. Portanto, ele é um componente de redundância e interoperabilidade essencial, que integra o sistema privado de combate a incêndio com o serviço público de emergência, maximizando as chances de sucesso na ocorrência.

ALÉM DA INSPEÇÃO VISUAL, QUAIS PROCEDIMENTOS SÃO ESSENCIAIS NA MANUTENÇÃO PREVENTIVA DE UM SISTEMA DE HIDRANTES?

Além da inspeção visual, a manutenção preventiva exige testes funcionais rigorosos. Anualmente, é essencial realizar o teste de vazão e pressão em pontos estratégicos do sistema, simulando uma operação real para verificar se a bomba de incêndio atinge a performance projetada. Este procedimento avalia não apenas a bomba, mas toda a rede, garantindo que a água chegará aos pontos mais desfavoráveis com a força necessária. A verificação do acionamento automático da bomba e o teste dos pressostatos também são mandatórios para assegurar a resposta imediata do sistema quando um hidrante for aberto.
Outro procedimento vital é o teste hidrostático periódico das mangueiras de incêndio, conforme a ABNT NBR 12779, que deve ser feito anualmente para garantir sua integridade. A manutenção inclui também a lubrificação das roscas e a verificação do funcionamento suave das válvulas de abertura dos hidrantes. A limpeza e a organização dos abrigos, garantindo que esguichos, chaves e mangueiras estejam presentes e em bom estado, completam o ciclo de manutenção que assegura a prontidão e a confiabilidade de todo o sistema para uma emergência.

QUAIS AS PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE UM HIDRANTE DE COLUNA (URBANO) E UM HIDRANTE DE PAREDE (DE ABRIGO)?

O hidrante de coluna, popularmente conhecido como hidrante de rua, é um equipamento robusto instalado em áreas externas e conectado diretamente à rede pública de abastecimento de água. Sua principal finalidade é fornecer um grande volume de água para uso exclusivo do Corpo de Bombeiros durante o combate a incêndios em edificações ou em espaços abertos. Ele é projetado para ser resistente a intempéries e a possíveis impactos de veículos, sendo um ponto de acesso estratégico para as equipes de emergência reabastecerem suas viaturas ou atacarem o fogo diretamente com linhas de mangueiras de maior diâmetro.
Em contrapartida, o hidrante de parede fica localizado no interior das edificações, protegido dentro de abrigos metálicos sinalizados. Ele é parte do sistema de segurança privado do prédio e é projetado para ser utilizado pelos ocupantes treinados (brigada de incêndio) em uma primeira resposta ao fogo, antes da chegada dos bombeiros. Este tipo de hidrante possui mangueiras de menor diâmetro e comprimento, adequadas para o manuseio por leigos treinados. Enquanto o hidrante de coluna é para uso público e de grande vazão, o de parede é para uso privado e de primeira intervenção.

QUAL A IMPORTÂNCIA DO CURSO COMO INSTALAR HIDRANTES?

A importância do curso de instalação e manutenção de hidrantes é absoluta, pois ele qualifica o profissional para garantir a funcionalidade da linha de frente no combate a incêndios em uma edificação. Um sistema de hidrantes é uma infraestrutura de segurança passiva que precisa operar com 100% de eficácia em um momento de crise. A capacitação técnica assegura que cada etapa, desde a interpretação do projeto até a execução dos testes de pressão e vazão, seja realizada em estrita conformidade com as normas técnicas, como a ABNT NBR 13714. Isso transforma uma simples instalação de tubos em um sistema de resposta a emergências confiável e pronto para salvar vidas.
Além da instalação, o curso é vital por focar na manutenção, que é o que garante a perenidade e a prontidão do sistema. Um profissional treinado é capaz de realizar inspeções periódicas que identificam e corrigem falhas ocultas, como pequenos vazamentos, corrosão ou obstruções, que poderiam comprometer todo o sistema durante um incêndio. Essa competência não apenas assegura a conformidade legal para a obtenção e renovação do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB), mas também protege o patrimônio e, mais importante, a vida das pessoas, garantindo que a água chegará com a pressão e vazão necessárias quando cada segundo contar.

 ATENÇÃO:O Treinamento é Noções Básicas de Aperfeiçoamento Livre. *Não é substituto de formação acadêmica ou ensino técnico.

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:

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CONTEÚDO PROGRAMÁTICO NORMATIVO

CAPÍTULO 01 (4h) – Introdução e Fundamentação Normativa

A importância dos sistemas de hidrantes na segurança contra incêndio
Panorama da legislação brasileira: NR 23, Decretos Estaduais e Instruções Técnicas (ITs)
Responsabilidade técnica, civil e criminal do instalador e mantenedor
Conceitos fundamentais: fogo, classes de incêndio, métodos de extinção
Introdução à ABNT NBR 13714 como norma principal

CAPÍTULO 02 (6h) – Hidráulica Aplicada a Sistemas de Incêndio

Conceitos de pressão (estática, dinâmica, residual) e vazão
Perda de carga em tubulações e acessórios: cálculo e impacto no projeto
O fenômeno do golpe de aríete e dispositivos de proteção
Dimensionamento de reservatórios de água para incêndio (reserva técnica)
Curvas características de bombas centrífugas e o ponto de operação do sistema

CAPÍTULO 03 (8h) – Estudo Aprofundado da ABNT NBR 13714

Classificação dos sistemas (Tipo 1 ao 5) e suas aplicações
Requisitos para dimensionamento da rede: diâmetros, vazões e pressões mínimas
Posicionamento e distribuição de hidrantes e mangotinhos
Detalhes construtivos para abrigos, sinalização e identificação
Requisitos para o hidrante de recalque: localização, componentes e sinalização

CAPÍTULO 04 (6h) – Componentes do Sistema de Hidrantes

Tipos de tubulações (aço carbono, PVC) e suas especificações
Válvulas: de gaveta, de retenção, angular
Acessórios: esguichos (reguláveis e de jato sólido), chaves de mangueira, adaptadores
Mangueiras de incêndio: tipos, diâmetros, comprimentos e uniões (storz)
Hidrantes de coluna (urbanos) vs. hidrantes de parede (prediais)

CAPÍTULO 05 (6h) – Bombas de Incêndio e Sistemas de Automação

Tipos de bombas (centrífugas, de eixo horizontal, submersas) e critérios de seleção
Instalação da casa de bombas: ventilação, acesso, iluminação
Painel de controle: chaves de partida (estrela-triângulo), botoeiras e sinalização
Pressostatos: função, regulagem e teste para acionamento automático da bomba
Fundamentos da NR-10 e NBR 5410 aplicados à instalação da bomba de incêndio

CAPÍTULO 06 (4h) – Leitura e Interpretação de Projetos

Leitura de plantas baixas e cortes de projetos de incêndio
Interpretação de diagramas isométricos da tubulação
Análise de memoriais de cálculo e especificações de materiais
Planejamento da execução e levantamento de quantitativo de materiais
Simulação de locação de pontos de hidrante em planta

CAPÍTULO 07 (8h) – Prática de Montagem de Tubulações

Técnicas de corte, rosqueamento e vedação de tubos de aço carbono
Procedimentos de soldagem e união de tubulações (quando aplicável)
Montagem de trechos de tubulação em bancada, com instalação de válvulas e conexões
Técnicas de fixação e suportação da tubulação em paredes e tetos
Prática de montagem da tubulação de sucção da bomba

CAPÍTULO 08 (6h) – Prática de Instalação de Componentes

Instalação e montagem de um abrigo de hidrante completo
Conexão do hidrante de recalque na rede
Montagem e instalação de uma bomba de incêndio e seus periféricos em bancada
Ligação e teste de um painel de comando com pressostato
Instalação de manômetros e outros instrumentos de medição

CAPÍTULO 09 (6h) – Prática de Testes e Comissionamento

Execução passo a passo do teste hidrostático (estanqueidade) em um trecho da rede
Realização do teste de vazão e pressão com medição em hidrante
Simulação do acionamento automático da bomba por queda de pressão
Procedimento de lavagem e limpeza interna da tubulação (flushing)
Preenchimento de relatórios e laudos de comissionamento

CAPÍTULO 10 (6h) – Prática de Manutenção Preventiva e Corretiva

Execução de checklist de inspeção visual e funcional em um sistema montado
Teste hidrostático em mangueiras de incêndio conforme ABNT NBR 12779
Simulação de diagnóstico e reparo de falhas comuns (vazamentos, falha na partida da bomba)
Procedimentos de repintura e sinalização de tubulações e abrigos
Reorganização e aduchamento correto das mangueiras nos abrigos


OBSERVAÇÕES

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