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Curso Medição de Calor e IBUTG | Treinamento | EAD | Presencial | 153938

O Curso de Medição de Calor e IBUTG tem como objetivo estabelecer os procedimentos necessários para avaliar o nível de exposição ao calor que pode sobrecarregar o trabalhador, causando danos à sua saúde.

  • Validade: Anual
  • 40 Horas
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Por Aluno/Grupo
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CURSO MEDIÇÃO DE CALOR E IBUTG

DESCRIÇÃO TÉCNICA: CURSO APERFEIÇOAMENTO COMO EXECULTAR MEDIÇÃO DE CALOR IBUTG

Treinamento Profissionalizante Noções Básicas - Referência: 153938

Aplicamos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar.

QUAL OBJETIVO DO CURSO MEDIÇÃO DE CALOR E IBUTG?

O objetivo do curso é capacitar o profissional para planejar e executar avaliações quantitativas de exposição ocupacional ao calor, aplicando corretamente o Índice IBUTG (Bulbo Úmido Termômetro de Globo) em atividades internas e externas, com ou sem carga solar. O participante aprende a selecionar e posicionar adequadamente os sensores (tbn, tg e tbs), definir estratégia de amostragem por função e Grupo de Exposição Similar (GES), registrar períodos de trabalho e descanso e interpretar os resultados conforme critérios técnicos, garantindo medições consistentes e tecnicamente defensáveis.
Além disso, o curso tem como objetivo formar competência para emitir relatórios técnicos completos que sustentem decisões de controle de risco no PGR/GRO e, quando necessário, subsidiem laudos de insalubridade por calor. O aluno aprende a correlacionar os valores obtidos com os parâmetros normativos aplicáveis, documentar condições ambientais, vestimentas/EPI, metabolismo da tarefa e fatores de correção, além de elaborar recomendações técnicas (engenharia, organização do trabalho e medidas administrativas). Assim, o profissional passa a atuar com padrão compatível com auditorias, fiscalizações e perícias

 

COMO DEFINIR CORRETAMENTE O PONTO DE MEDIÇÃO DO IBUTG E POR QUE O POSICIONAMENTO DO EQUIPAMENTO ALTERA O RESULTADO?

 A medição de calor por IBUTG só é tecnicamente válida quando o conjunto sensor (globo, bulbo úmido natural e bulbo seco quando aplicável) é posicionado na zona representativa de exposição do trabalhador, considerando altura, proximidade da fonte térmica e o microclima real da tarefa. No curso, o aluno aprende a escolher o ponto com base no “local de permanência efetiva” e não apenas no local mais quente do ambiente. Aprende também a evitar erros clássicos, como medir ao lado de ventiladores, em áreas não ocupadas ou fora do ciclo operacional.
Além disso, o posicionamento deve considerar se o ambiente é interno ou externo e se existe carga solar direta. Isso muda o modelo de cálculo e a interpretação do índice. O curso mostra como mapear o deslocamento do trabalhador, como medir em áreas com gradientes térmicos e como registrar a condição real do processo (paradas, abertura de portas, calor radiante, convecção). O profissional aprende que medição “mal posicionada” gera relatório frágil: ou cria passivo por subestimativa, ou gera custo desnecessário por superestimativa.

COMO ESCOLHER A ESTRATÉGIA DE AMOSTRAGEM (TEMPO, CICLOS E GES) PARA QUE A MEDIÇÃO SEJA DEFENSÁVEL EM AUDITORIA E PERÍCIA?

O curso ensina a estruturar avaliação quantitativa de calor adotando estratégia de amostragem baseada em ciclo real de trabalho, definindo períodos representativos e separando o que é exposição contínua do que é exposição intermitente. O aluno aprende a utilizar o conceito de Grupo de Exposição Similar (GES), evitando medições genéricas que não representam o trabalhador. Aprende também a registrar corretamente a combinação de tarefas, tempos de permanência, pausas e rota operacional, porque o IBUTG é sensível à variação de tempo e ao local de exposição.
A parte que dá robustez técnica é a rastreabilidade: não basta “ter número”. O curso mostra como documentar metodologia, justificar a escolha dos pontos e tempos e registrar condições críticas (vento, umidade, radiação, ventilação). Também ensina como integrar a medição ao PGR/GRO, mantendo coerência com o inventário de riscos e critérios de avaliação da NR-09. Assim, o relatório deixa de ser frágil e passa a ser tecnicamente defensável para fiscalização e perícia trabalhista.

COMO INTERPRETAR O IBUTG CONSIDERANDO TIPO DE AMBIENTE (INTERNO/EXTERNO), CARGA SOLAR E VARIÁVEIS QUE DISTORCEM A LEITURA?

O aluno aprende que IBUTG não é “temperatura do dia”: é um índice composto, que depende de radiação térmica (globo), umidade e ventilação (bulbo úmido natural) e, em ambientes externos com sol, da temperatura de bulbo seco. O curso ensina a diferenciar avaliação em ambiente interno sem carga solar, ambiente externo com carga solar e áreas semiabertas, aplicando o critério correto. Também ensina a reconhecer distorções por reflexo, fontes intermitentes, proximidade de superfícies quentes e variações de vento.
A interpretação técnica correta exige analisar a condição operacional real e os fatores que alteram o índice sem alterar o risco verdadeiro. Por isso, o curso aborda como registrar vestimenta, EPI, troca térmica e pausas em áreas de descanso, e como tratar cenários com microclimas diferentes (fornos, caldeiras, telhados, pátios). Também se discute o erro comum de medir em horário “conveniente”, subestimando picos de exposição. Aqui, o foco é formar leitura crítica: dado bom é dado representativo.

COMO ELABORAR RELATÓRIO TÉCNICO DE IBUTG QUE REALMENTE SUSTENTE AÇÕES NO PGR E DECISÕES DE INSALUBRIDADE (QUANDO APLICÁVEL)?

O curso ensina a elaborar relatório técnico completo, com metodologia clara, identificação do ambiente e atividade, dados instrumentais, condições de medição, resultados obtidos, análise de conformidade e recomendações objetivas. O aluno aprende a documentar dados essenciais como local, horário, condição climática, ventilação, atividade executada, tempo de exposição, pausas e caracterização do GES. Também aprende a inserir evidências técnicas e justificativas para tornar o relatório auditável, evitando conclusões “frases prontas” sem base metrológica e sem rastreabilidade.
Além disso, o curso aborda como transformar o resultado em gestão: recomendações de controle hierarquizadas (engenharia, administrativas, organização do trabalho), definição de pausas térmicas, hidratação, ventilação/exaustão, barreiras térmicas e readequação operacional. Quando aplicável, o relatório também pode subsidiar caracterização de insalubridade por calor, desde que o profissional trate limites, metodologia e justificativas com rigor. Resultado: documento útil, aplicável e defensável, que reduz risco real e reduz passivo trabalhista.

QUAL A IMPORTÂNCIA DO CURSO MEDIÇÃO DE CALOR E IBUTG?

A importância do Curso está no fato de que exposição ocupacional ao calor é risco físico crítico, com potencial real de causar fadiga térmica, desidratação, queda de produtividade, colapsos, síncope e até eventos graves em campo. Sem medição técnica, a empresa trabalha no escuro: ou subestima o risco e expõe o trabalhador, ou superestima e cria custo operacional desnecessário. O curso forma o profissional para executar avaliação quantitativa correta, com metodologia, instrumentação adequada e posicionamento certo dos sensores, entregando um resultado confiável para tomada de decisão.
Além disso, o curso é essencial porque gera defensabilidade técnica e legal para o PGR/GRO e para auditorias, fiscalizações e perícias trabalhistas. Medição de IBUTG mal feita é uma bomba-relógio documental: cai fácil em questionamento, aumenta passivo e derruba credibilidade do programa de SST. Aqui o aluno aprende a planejar amostragem por GES, registrar ciclo real de trabalho, interpretar IBUTG com/sem carga solar, considerar vestimentas/EPI e produzir relatório técnico robusto com recomendações aplicáveis. Resultado: controle real do risco, conformidade e redução direta de passivo.


ATENÇÃO:O Treinamento é Noções Básicas de Aperfeiçoamento Livre. *Não é substituto de formação acadêmica ou ensino técnico.

Referências Normativas

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CONTEÚDO PROGRAMÁTICO NORMATIVO

DESCRIÇÃO TÉCNICA: CURSO APERFEIÇOAMENTO COMO EXECULTAR MEDIÇÃO DE CALOR IBUTG

CAPÍTULO 01 (2h) – Fundamentos do Risco Calor e Enquadramento Normativo (GRO/PGR)
Conceitos técnicos: calor ocupacional, estresse térmico e sobrecarga térmica
Diferença entre calor ambiental e exposição ocupacional ao calor (critério técnico)
Impacto do calor na saúde: fadiga térmica, câimbras, exaustão, síncope e golpe de calor
Enquadramento no GRO/PGR: inventário de riscos, avaliação e controle (NR 01)
Avaliação quantitativa e requisitos técnicos para agentes físicos (NR 09)
Insalubridade por calor: visão legal e técnica (NR 15 – Anexo 3)

CAPÍTULO 02 (2h) – Conceitos e Princípios do IBUTG (Índice de Bulbo Úmido Termômetro de Globo)
Definição do IBUTG e sua finalidade na avaliação de calor ocupacional
Componentes do índice: tbn (bulbo úmido natural), tg (globo) e tbs (bulbo seco)
Diferença de aplicação: ambientes internos x externos com carga solar
Fontes de calor: radiação, convecção e condução aplicadas ao posto de trabalho
Conceito de metabolismo e sua influência na carga térmica do trabalhador
Erros conceituais comuns que invalidam medições e relatórios

CAPÍTULO 03 (2h) – Instrumentação e Requisitos Técnicos de Medição (Equipamentos IBUTG)
Tipos de medidores de estresse térmico e especificações mínimas aceitáveis
Sensores e funções: termômetro de globo, bulbo úmido natural e bulbo seco
Critérios de aquisição: faixa, resolução, estabilidade, tempo de resposta e memória
Calibração, rastreabilidade metrológica e controle de validade do instrumento
Montagem correta do conjunto de medição e cuidados com o pavio do bulbo úmido
Boas práticas de campo para evitar distorções e leituras inválidas

CAPÍTULO 04 (2h) – Planejamento da Avaliação: Estratégia de Medição e Amostragem (NHO 06)
Critérios de planejamento conforme NHO 06 (Fundacentro)
Definição de objetivos da avaliação: prevenção x auditoria x perícia
Caracterização da função e descrição detalhada da tarefa real executada
Definição de ciclos: trabalho, pausa, alternância de ambiente e variações operacionais
Conceito e estruturação do Grupo de Exposição Similar (GES)
Seleção do número de pontos, duração e representatividade da amostragem

CAPÍTULO 05 (2h) – Seleção do Ponto de Medição e Representatividade da Exposição
Zona de permanência do trabalhador e critérios técnicos para posicionamento
Altura do sensor: zona de respiração e região térmica de atuação da tarefa
Influência de ventilação, fontes radiantes, superfícies quentes e sombra
Ambientes com gradiente térmico: medição multiponto e análise espacial
Atividades móveis: estratégia de medição por etapa e por tempo de permanência
Registro fotográfico e croqui do local para rastreabilidade técnica do relatório

CAPÍTULO 06 (2h) – Procedimento Técnico de Campo: Execução da Medição IBUTG
Checklist de campo: preparação, inspeção, montagem e estabilização do instrumento
Tempo de estabilização do globo e condições que alteram o equilíbrio térmico
Registro contínuo x registro pontual: quando aplicar cada metodologia
Medição em ambiente interno sem carga solar: critérios operacionais
Medição em ambiente externo com carga solar: critérios e cuidados adicionais
Controle de variáveis: horários críticos, operação real e interferências do processo

CAPÍTULO 07 (2h) – Cálculo do IBUTG e Interpretação Técnica do Resultado
Fórmulas aplicáveis por condição ambiental: com e sem carga solar
Consolidação dos dados e tratamento de variações durante o ciclo de trabalho
Avaliação da exposição por jornada: integração tempo x exposição
Interpretação do resultado: significado técnico e tomada de decisão
Erros de cálculo e falhas de interpretação que geram passivo técnico/jurídico
Critérios para repetição de medição e validação de consistência do dado

CAPÍTULO 08 (2h) – Metabolismo, Intensidade do Trabalho e Classificação de Atividades
Conceito de taxa metabólica e carga fisiológica no estresse térmico
Classificação de tarefas: leves, moderadas e pesadas (aplicação prática)
Como descrever a atividade com linguagem técnica rastreável no relatório
Relação entre postura, esforço, ritmo, ferramentas e aumento de carga térmica
Influência de pausas e alternância de ambientes no risco real
Correlação entre atividade e recomendações técnicas de controle

CAPÍTULO 09 (2h) – Vestimenta, EPC/EPI e Ajustes Técnicos na Avaliação
Efeito da vestimenta na troca térmica: isolamento, evaporação e acúmulo de calor
EPI impermeável e roupas especiais: aumento real de risco e restrição operacional
Critérios para registrar vestimenta e justificar ajustes no relatório técnico
Medidas de controle: ventilação, exaustão, barreiras térmicas e isolamento
Medidas administrativas: pausas térmicas, rodízio e reorganização operacional
Hidratação, aclimatação e protocolos operacionais com base fisiológica

CAPÍTULO 10 (2h) – Relatório Técnico de IBUTG: Estrutura, Evidências e Rastreabilidade
Estrutura mínima do relatório técnico conforme boas práticas SST/perícia
Identificação do ambiente, empresa, função, GES e descrição da tarefa
Dados instrumentais: modelo, número de série, calibração e validade
Metodologia aplicada: pontos, duração, horários, ciclos e justificativas
Resultados: tabelas, gráficos (quando aplicável) e análise interpretativa
Conclusão técnica: coerência com PGR e recomendação de controles

CAPÍTULO 11 (2h) – Integração com GRO/PGR: Tomada de Decisão e Gestão de Risco
Como inserir avaliação de IBUTG no Inventário de Riscos (NR 01)
Critérios para priorização de ações: risco crítico x risco moderado
Plano de ação: medidas de engenharia, administrativas e monitoramento contínuo
Indicadores: monitoramento, reavaliação, critérios de mudança e revisão
Coerência documental: PGR x LTCAT/insalubridade x relatórios técnicos
Boas práticas para auditoria: evidência, rastreabilidade e consistência técnica

CAPÍTULO 12 (2h) – NR 15 (Anexo 3): Insalubridade por Calor e Aplicação Técnica
Entendimento do Anexo 3 da NR 15 e critérios por IBUTG
Quando a avaliação é preventiva (NR 01/NR 09) e quando vira perícia/insalubridade
Requisitos de descrição de função, jornada e exposição habitual
Pontos críticos em perícia: representatividade, metodologia e erro de campo
Defesa técnica: como evitar relatório frágil e contestável judicialmente
Cuidados na conclusão: linguagem técnica objetiva e evidência documental

CAPÍTULO 13 (2h) – Estudos de Caso: Avaliação em Diferentes Cenários de Trabalho
Cozinhas industriais, caldeiras, siderurgia e processos com radiação térmica
Áreas externas: obras, pátios, logística e serviços em campo
Ambientes confinados quentes: limitações e critérios operacionais
Operações com fontes intermitentes (forno abre/fecha, vapor, secagem)
Análise crítica de erros reais: ponto errado, horário inadequado, método fraco
Como corrigir procedimento e fortalecer rastreabilidade técnica

CAPÍTULO 14 (2h) – Oficina de Medição: Simulação Completa de Campo (Metodologia Aplicada)
Planejamento completo: função, GES, ciclo e definição de pontos
Montagem do equipamento e validação de condições de medição
Execução da coleta: registro por tempo e evidência fotográfica
Cálculo IBUTG e consolidação dos resultados obtidos
Interpretação técnica e definição de medidas de controle
Revisão crítica do procedimento e correção de inconsistências

CAPÍTULO 15 (4h) – Elaboração de Relatório Técnico Final + Avaliação (Entrega Profissional)
Construção do relatório final completo (padrão auditoria/perícia)
Inserção de tabelas, registros, metodologia e justificativas técnicas
Conclusões e recomendações aplicáveis: engenharia e gestão operacional
Checklist de conformidade: evidência, rastreabilidade e consistência documental
Avaliação individual: técnica, cálculo, interpretação e qualidade do relatório
Encerramento: padrão mínimo para atuação profissional em medições IBUTG

 

Política de Uso de Conteúdo Técnico com Exemplos Numéricos
Os capítulos que abordam fórmulas, cálculos ou simulações numéricas são oferecidos unicamente como recurso didático complementar, com propósito explicativo e sem valor de capacitação técnica profissional.
De acordo com as normativas do Ministério da Educação (MEC) para cursos livres e informativos, e conforme as competências regulamentadas pelos conselhos CONFEA/CREA e CFT/CRT,– ART ou TRT restrita a cursos de nível técnico e superior pelo MEC. Este curso não inclui aulas práticas de cálculo, nem autoriza validação técnica por meio de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) ou TRT (Termo de Responsabilidade Técnica).
Frisamos que qualquer exemplo envolvendo cálculo não substitui formação acadêmica reconhecida pelo MEC e não pode ser utilizado como comprovação de qualificação legal para fins de responsabilidade técnica, elaboração de projetos ou execução de serviços que exijam registro profissional.


OBSERVAÇÕES

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Consideramos importante ter a flexibilidade para modificar o Conteúdo Programático Normativo Geral de qualquer Curso, Treinamento, Relatório Técnico, Projetos e demais serviços, se considerado necessário. Essas alterações podem incluir: Atualizações, Adições ou Exclusões.
Nossa Equipe Pedagógica e Multidisciplinar tem o direito de fazer essas modificações. Este direito se estende a:
- Mudança dos itens do escopo normativo;
- Inserção de novas Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos;
- Exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos existentes.

Embora a atualização do Conteúdo Programático Normativo seja da nossa responsabilidade, esperamos que o contratante (seja este um indivíduo ou organização), cumpra todas as legislações pertinentes relacionadas. Portanto, os contratantes devem realizar as devidas aplicações e atendimentos conforme as leis e decretos aplicáveis.

NOTA: As Normas e Regulamentos, suas atualizações e substituições poderão sofrer alterações até a presente data.

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Nossos Cursos Incluem:  Projeto Pedagógico, Plataforma Monitorada com Controle de Acessos e 04 Responsáveis Técnicos PLH.

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